segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Novo Karate Kid

Ontem fui com Crispim levar Pedro e Clara para assistirem à Karate Kid, a nova versão, agora com Jaden Smith (Dre) e Jackie Chan (Sr. Han) nos papéis principais. Muita coisa diferente do primeiro filme, lançado em 84 e eternizado pela Sessão da Tarde rsrsrs, com Ralph Macchio (Daniel San) e Pat Morita (Sr. Miyagi).
 



 Para começar, o filme deveria se chamar Kung Fu Kid, o garoto e o mestre são mais jovens nessa versão; a mãe de Dre se muda para a China porque foi transferida pela montadora onde trabalha (efeitos da globalização) enquanto a mãe de Daniel se mudou de Nova Jersey para a Califórnia. Tinha algumas mães reclamando na hora do filme do excesso de violência, mas eu não achei exagerada em relação ao filme anterior, acho que o que mudou é que, devido aos avanços de efeitos do cinema, as lutas são melhor reproduzidas, a gente escuta o estalar dos ossos e só falta sentir a dor de quem está apanhando. 

Fora isso, o mesmo enredo: o interesse por uma garota, a turma má (antes era uma gangue, agora um grupo de alunos de uma tradicional escola de kung fu), as diferenças culturais entre orientais e ocidentais e, é claro, a vitória no torneio final. A versão atual é ainda bem mais engraçada, os meninos riram demais, diversão garantida! E pra terminar, deixa a velha lição de que, com amigos e longe da violência, podemos ser mais felizes!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

ENFIM, FÉRIAS !!!



Imagem que fala mais que mil palavras...

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

O grito é a nova palmada !

Nesta semana li um post interessante sobre como os pais substituíram as antigas palmadas, hoje muito mal vistas pela sociedade, por um novo hábito: o de gritar com os filhos. É mesmo verdade que nós fazemos isso! Não batemos mais, não damos beliscões nem "cascudos", mas esbravejamos, queremos nos impor pela voz. Acho que todas as mães, em algum momento, perdem a paciência e o auto-controle e soltam aquele berro. Em uma matéria do The New York Times, a fundadora da organização Positive Parenting Solutions disse que "screaming is the new spanking", algo como gritar é a nova palmada.


Segundo o especialista espanhol em Psicologia Educativa, Guillermo Ballenato, autor do livro "Educar sem Gritar", os gritos surgem da sensação de impotência e perda de autoridade dos pais. Com o passar do tempo, o autoritarismo que era comum na nossa infância cedeu lugar a uma permissividade total (os pais da nossa geração não se sentem à vontade estabelecendo limites). Mas ele nos dá uma certa absolvição quando diz que gritar pontualmente é diferente de adotar um estilo de comunicação agressivo e sistemático. Ou seja, às vezes não dá pra trabalhar em questão de segundos toda nossa irritação, ansiedade ou cansaço e responder os nossos "anjinhos" de forma carinhosa e paciente e não devemos nos culpar tanto por alguns gritinhos ocasionais, faz parte!!

Ele diz ainda que o importante é que os pais e educadores reconheçam o erro, quando abusam dos decibéis, e tentem compreender e refletir sobre as razões que levaram ao seu descontrole. Como tudo, na teoria, parece bem fácil rsrsrs!! Acho que vale ainda a velha tática de contar até dez (algumas vezes, até 100!!), respirar fundo e abstrair a situação.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Balanço do feriadão

A comemoração de um ano de vida de um bebê lindo e gorducho, a visita de uma irmã e de uma sobrinha mais que fofa; o prazer em hospedar amigos super especiais que, mesmo morando longe, fazem parte da nossa vida; sol, muito sol, praia e piscina; um novo apartamento, uma nova vida para meus sobrinhos e minha irmã; o susto de uma amiga com um assalto bem ao lado do shopping, violência que assusta e se aproxima; o aniversário da irmã aventureira; planos de guerrilha, ataque e defesa no paintball; um jantar delicioso demais, reunião de lembranças, risadas e planos de viagem. Despedidas, sono acumulado, marcas de balas de tinta pelo corpo, banzo, preparação psicológica para começar a semana de verdade amanhã...




Novidades do DG Gourmet

Minha gente, confira as novidades do DG Gourmet!


O link da última postagem: http://dggourmet.blogspot.com/2010/09/bolinhos-esplendor.html


Olhem só uma das últimas fotos:




Até mais!!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Três pesos, três medidas.


Poucas vezes a diferença de idade dos meninos me pesou tanto como nesta semana que passou. Às vezes me sinto como se tivesse transtorno dissociativo de identidade, tantas são as personalidades que tenho que apresentar ao longo do dia  para cada um deles, com necessidades e vontades completamente diferentes.

Para João, basta que eu passe o dia sentada no chão brincando, que o pegue no colo e cante todas as músicas que puder, que o deixe ficar no volante do meu carro o tempo todo. Para Clara, basta que eu não esqueça de nenhum compromisso ou horário dela, que esteja por perto para tirar suas dúvidas e responder suas perguntas ( que ela faz a todo instante, em relação a tudo na vida!). Para Pedro, basta que eu libere o computador por tempo indefinido, que eu não cobre suas tarefas nem seus estudos e que eu me convença que na prova de Biologia sobre sistema nervoso não cai neurônios.

 Tenho em mente que preciso fazer uso de suas características específicas de personalidade pra extrair o melhor, estimulá-los, desenvolvê-los, porque de uma coisa tenho certeza: eles nem de longe são iguais. Não reagem da mesma forma às situações, não estão todos no mesmo ritmo. Também sei que eles sempre vão precisar de mim, mas de maneiras distintas à medida que o tempo passa. 

Então, tenho que ser três mães em uma só, não a que eles querem que eu seja, mas a que cada um deles precisa no momento. Uma mãe cheia de imaginação e criatividade para satisfazer toda a curiosidade de um bebê de quase dois anos, uma mãe que adora Justin Bieber e acompanha os episódios de ICarly, Hannah Montana, etc. e outra mãe que não pode mais tratar o filho como criança, que tem que lhe dar espaço e saber lidar com sua TPA - tensão própria da adolescência! Acho que isso é o mais custoso em ter vários filhos, com certeza não é o aspecto financeiro, mas sim esse comprometimento, essa dedicação que tem que haver para cada um deles e para todos igualmente.

Tenho uma grande preocupação nesse sentido, em ser sempre essa tal mãe côncava, munida de recursos que eu li em um livro-cabeça há algum tempo.(Abrindo um parênteses para explicar a linguagem psicológica: mãe côncava - que consegue acalmar a inquietude do filho e lhe devolve um estado diferente, melhorado, daquele que a criança havia lhe proposto. Enquanto a mãe convexa funciona como um paredão,onde a ansiedade é rechaçada e voltará ao filho com maior intensidade. Recursos são habilidades de que dispomos para resolver os conflitos infantis da melhor maneira possível, evitando os sermões e a imposição por meio da violência, seja psicológica ou física).

Não esquecendo depois de toda essa explanação científica que os únicos recursos realmente indispensáveis são o amor e a paciência! E as minhas orações são pra que todo meu esforço resulte, no futuro, em três adultos felizes, que sejam capazes de trabalhar no que quiserem, que sejam capazes de tomar decisões e lidar com as consequências, de respeitar os outros, de amar a Deus, de terem um espírito de generosidade e simplicidade, de fazerem boas amizades e de valorizarem suas famílias.

Finalmente, depois de uma semana puxada, em que as horas foram curtas para tantos afazeres, e as noites foram insuficientes para aplacar o cansaço, vem Clara dizer que seria bom eu não deixar de ir ao pilates e ao ballet, porque senão poderia ficar gordinha!! Percebo, então, que preciso desenvolver uma estratégia urgente de captação e renovação de recursos, porque os meus estão acabando muito depressa rsrsrsrs!!!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

DUAS BOLAS, POR FAVOR - por Danuza Leão

"Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir sorvete de sobremesa,contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido. Uma só.
Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa.
Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um litro de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.

O sorvete é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.
A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade.
A gente sai pra jantar, mas come pouco. Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons. conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').

Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta. Tem vontade de ficar em casa vendo um dvd, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar. E por aí vai.

Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação...
Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...

Às vezes dá vontade de fazer tudo “errado”.
Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos. Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito. Recusar prazeres incompletos e meias porções.

Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar várias bolas de sorvete, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.

Um dia a gente cria juízo. Um dia... Não tem que ser agora.
Por isso, garçom, por favor, me traga: cinco bolas de sorvete de chocolate...
Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago."

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Vale a pena ver de novo.....




Gente, como o tempo passa....estava vendo umas fotos antigas.....Olhem só....