segunda-feira, 30 de maio de 2011

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Minimamente Feliz


A felicidade é a soma das pequenas felicidades. Li essa frase num
outdoor em Paris e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar. Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida.
Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo. Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio do meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida), tive certeza de
que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro.

Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em
conta-gotas. Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café
recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.

'Eu contabilizo tudo de bom que me aparece', sou adepta da felicidade homeopática. 'Se o zíper daquele vestido que eu adoro volta a
fechar (ufa!) ou se pego um congestionamento muito menor do que eu
esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo.

Alguns crescem esperando a felicidade com maiúsculas e na
primeira pessoa do plural: 'Eu me imaginava sempre com um homem lindo do lado, dizendo que me amava e me levando pra lugares mágicos Agora, se descobre que dá pra ser feliz no singular:
'Quando estou na estrada dirigindo e ouvindo as músicas que eu amo, é um momento de pura felicidade. Olho a paisagem, canto, sinto um bem-estar indescritível'.
Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa. Assustado, ele perguntou com quem ela estava conversando: 'Comigo mesma', respondeu. 'Adoro conversar com pessoas inteligentes'.
Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas: que podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.

Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E
faz parte da minha 'dieta de felicidade' o uso moderadíssimo da palavra
'quando'.
Aquela história de 'quando eu ganhar na Mega Sena', 'quando eu me casar', 'quando tiver filhos', 'quando meus filhos crescerem', 'quando eu tiver um emprego
fabuloso' ou 'quando encontrar um homem que me mereça', tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje. Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham?
Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E
quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades.

Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas
alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam.

Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.

Leila Ferreira, jornalista

PROCURA-SE

Procura-se casal que saiu de férias e não deu sinal de vida. Aliás, ontem fui surpreendida com uma ligação internacional, com o convencional "oi, tudo bem?" substituído pela frase "é Geyse, me dê as especificações de sua máquina", kkk, sem nenhuma despedida carinhosa, do tipo 'tchau, querida', ou 'nos vemos em x dias'. Se algum(a) sortudo(a) dispõe de informações mais precisas, favor deixar um comentário para acalentar os outros amigos de plantão, ávidos por notícias da terra do Tio Sam. 

domingo, 22 de maio de 2011

Solidão Contente - de Ivan Martins

Recebi este texto por e-mail, de Lella e gostei tanto que resolvi postar aqui pra vocês. É realmente impressionante como o universo interior feminino é muito mais rico e interessante, como as mulheres se completam de tantas outras formas, ao contrário dos homens... O texto é do editor-executivo da revista Época.




Solidão contente
O que as mulheres fazem quando estão com elas mesmas


Ontem eu levei uma bronca da minha prima. Como leitora regular desta coluna, ela se queixou, docemente, de que eu às vezes escrevo sobre “solidão feminina” com alguma incompreensão.


Ao ler o que eu escrevo, ela disse, as pessoas podem ter a impressão de que as mulheres sozinhas estão todas desesperadas – e não é assim. Muitas mulheres estão sozinhas e estão bem. Escolhem ficar assim, mesmo tendo alternativas. Saem com um sujeito lá e outro aqui, mas acham que nenhum deles cabe na vida delas. Nessa circunstância, decidem continuar sozinhas.


Minha prima sabe do que está falando. Ela foi casada muito tempo, tem duas filhas adoráveis, ela mesma é uma mulher muito bonita, batalhadora, independente – e mora sozinha.


Ontem, enquanto a gente tomava uma taça de vinho e comia uma tortilha ruim no centro de São Paulo, ela me lembrou de uma coisa importante sobre as mulheres: o prazer que elas têm de estar com elas mesmas.


“Eu gosto de cuidar do cabelo, passar meus cremes, sentar no sofá com a cachorra nos pés e curtir a minha casa”, disse a prima. “Não preciso de mais ninguém para me sentir feliz nessas horas”.


Faz alguns anos, eu estava perdidamente apaixonado por uma moça e, para meu desespero, ela dizia e fazia coisas semelhantes ao que conta a minha prima. Gostava de deitar na banheira, de acender velas, de ficar ouvindo música ou ler. Sozinha. E eu sentia ciúme daquela felicidade sem mim, achava que era um sintoma de falta de amor.



Hoje, olhando para trás, acho que não tinha falta de amor ali. Eu que era desesperado, inseguro, carente. Tivesse deixado a mulher em paz, com os silêncios e os sais de banho dela, e talvez tudo tivesse andado melhor do que andou.


Ontem, ao conversar com a minha prima, me voltou muito claro uma percepção que sempre me pareceu assombrosamente evidente: a riqueza da vida interior das mulheres comparada à vida interior dos homens, que é muito mais pobre.


A capacidade de estar só e de se distrair consigo mesma revela alguma densidade interior, mostra que as mulheres (mais que os homens) cultivam uma reserva de calma e uma capacidade de diálogo interno que muitos homens simplesmente desconhecem.


A maior parte dos homens parece permanentemente voltada para fora. Despeja seus conflitos interiores no mundo, alterando o que está em volta. Transforma o mundo para se distrair, para não ter de olhar para dentro, onde dói.


Talvez por essa razão a cultura masculina seja gregária, mundana, ruidosa. Realizadora, também, claro. Quantas vuvuzelas é preciso soprar para abafar o silêncio interior? Quantas catedrais para preencher o meu vazio? Quantas guerras e quantas mortes para saciar o ódio incompreensível que me consome?


A cultura feminina não é assim. Ou não era, porque o mundo, desse ponto de vista, está se tornando masculinizado. Todo mundo está fazendo barulho. Todo mundo está sublimando as dores íntimas em fanfarra externa. Homens e mulheres estão voltados para fora, tentando fervorosamente praticar a negligência pela vida interior – com apoio da publicidade.


Se todo mundo ficar em casa com os seus sentimentos, quem vai comprar todas as bugigangas, as beberagens e os serviços que o pessoal está vendendo por aí, 24 horas por dia, sete dias por semana? Tem de ser superficial e feliz. Gastando – senão a economia não anda.


Para encerrar, eu não acho que as diferenças entre homens e mulheres sejam inatas. Nós não nascemos assim. Não acredito que esteja em nossos genes. Somos ensinados a ser o que somos.


Homens saem para o mundo e o transformam, enquanto as mulheres mastigam seus sentimentos, bons e maus, e os passam adiante, na rotina da casa. Tem sido assim por gerações e só agora começa a mudar. O que virá da transformação é difícil dizer.


Mas, enquanto isso não muda, talvez seja importante não subestimar a cultura feminina. Não imaginar, por exemplo, que atrás de toda solidão há desespero. Ou que atrás de todo silêncio há tristeza ou melancolia. Pode haver escolha.


Como diz a minha prima, ficar em casa sem companhia pode ser um bom programa – desde que as pessoas gostem de si mesmas e sejam capazes de suportar os seus próprios pensamentos. Nem sempre é fácil.


(Estar sozinho não significa estar solitário. Voce sempre será uma ótima companhia para sí mesmo, independente de estar sozinho ou não. Curta cada momento)

sábado, 21 de maio de 2011

Glee

Comecei a assistir àquela série americana, Glee. Estou gostando, pois tenho uma tendência a gostar de musicais ou filmes que envolvam música de alguma forma, além disso Glee tem uma temática interessante, que é a de mostrar que todos podem brilhar e ser feliz, mesmo não se encaixando no que se diz ser a normalidade: deficientes físicos, negros, feios, homossexuais, burros, gordos, adotados, todos podem ser estrelas, todos podem se realizar... Glee mostra que é possível ao "diferente" vencer as barreiras do preconceito e se destacar por suas idiossincrasias. As músicas cantadas são muito boas e as versões que eles criam são ainda melhores que as originais. Por vezes, Glee é bobinho, com umas leseirinhas, mas, no geral, é bacana. Aliás, bobeiras e leseiras, na dosagem certa, nos divertem bastante. Eu recomendo, mas aviso que estou apenas no disco 2 da primeira temporada, logo as coisas podem piorar ou melhorar. Até agora, contudo, tá bom.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Será o fim de minha gordidão?

Bom! Após ouvir relatos fantásticos de uma tia que perdeu 45kg, de um primo que perdeu 37kg e de uma amiga que perdeu 11kg, eu resolvi ingressar em minha mais nova dieta, a dos shakes da Herbalife. E desta vez não comecei em uma segunda-feira!!! Na verdade, eu detestava a Herbalife (aliás ainda apresento certa hostilidade), porque não havia um agentezinho pentelho com aquele bottom "Quer emagrecer? Pergunte-me como!" que, me vendo, não corresse desesperadamente para me entrevistar, oferecendo produtos milagrosos e ratificando a minha qualidade de gordo. Eu tinha vontade de esmagá-los com todo o meu peso! Mas...as opiniões mudam e, diante dos relatos de pessoas próximas, me animei e resolvi começar a dieta hoje à noite: já tomei os dois chás e o shake, que, paradoxalmente (porque tudo de emagrecimento é ruim), é uma delícia...e gordo gosta do que é gostoso. O ambiente é bem propício, com todo um suporte psicológico, quase que uma terapia em grupo, porque vemos ao nosso lado outros gordinhos na luta, se solidarizando com a gente, sofrendo juntos em busca do objetivo comum: não perder, porque "quem perde acha", mas eliminar tudo que excede em nosso tecido adiposo! O único defeito desses “centros” (se é que se pode chamar assim) é que há sempre aqueles magros ridículos que vivem de dieta, em que pese serem sibitos baleados, humilhando e tripudiando dos pobres gordinhos, no simples estar naquele lugar. Mas meu espírito competitivo há de me ajudar nesta batalha, e eu ainda hei de ser uma canela de sabiá! Amigos e familiares, juntem-se a mim nesta campanha por um Dudu/Gadelha Saradão, não me oferecendo comidas gostosas, não me chamando para comer em outros lugares que não os Centros dos Shakes, o Le Víssimo, no máximo uma água de coco...só lugares lights; tampouco me maltratem comendo na minha frente os pecados alimentícios deste mundo. É, minha gente...quem sabe, um dia, vocês ao falarem em mim, de mim ou comigo, não dirão: “-O mago Gadelha é gente boa!”, “- Ah! O mago Gadelha é uma figura”, “Digaí, mago Gadelha!”, “-O mago Gadelha se mostra demais com esse corpo!”. Será esse, então, o fim de minha gordidão?! I hope so! Deixá-los-ei cientes de meus avanços! Torçam por mim! Adeus gordura!! E BEM-VINDA MAGREZA

Viagem III - a Missão

Tantos posts sobre viagem por aqui. :)
Uma das coisas engraçadas que acontecem comigo é que nas minhas férias eu volto para casa, o resto do tempo eu estou na minha rotina, ou seja, viajando.
Depois de um mês aqui em São Paulo trabalhando com a terapia corporal, reinicia-se meu day-by-day.
Amanhã vou novamente para minha temporada nos US. Chego em Denver (CO) para ficar uns dias com minha amiga Brooke e aproveitar para visitar a Naropa University em Boulder, que é pertinho de Denver.
Depois disso vou para Lander (WY) onde trabalho 2 contratos com NOLS. Fico fora do ar até 11 de agosto e, provavelmente, vou trabalhar em setembro/outubro por lá.

Também acho muito gostoso viajar, mas no meu caso, preparar uma mochila para 5 meses não é uma tarefa fácil. Primeiramente eu tenho que selecionar o estritamente necessário. Isto por se só, é um mega desafio, pois tenho que pensar nas diversas ocasiões e lugares que vou frequentar. Levando em consideração meu "guarda-roupa" para atividades outdoor (por exemplo: bota de caminhada, polainas, calça de hiking, jaquetas de frio, meias, luvas, gorros, equipamento de escalada, que pesa pra caramba - desta vez estou deixando a corda por aqui e vou usar de amigos por lá- saco de dormir, etc..) sobra pouco espaço para outros itens. ufa!!
Por enquanto está tudo meio bagunçado no quarto e sempre deixo para colocar tudo na mochila no último dia mesmo.

Além de socar tudo na mochila - ou seja, não existe roupa engomada, claro! - tem um outro ponto fundamental: peso!
Viajar é incrível, mas ir para todo lado com uma mochila pesadérrima, é bem desgastante. Desta vez eu escolhi levar duas médias ao invés de uma gigante e uma média como levava. Vamos ver como vai funcionar! :) Tem o lado bom de não ficar puxando a mala de rodinhas para cima e para baixo - o que acho um "saco" e não tenho paciência. Tudo é muito mais prático com mochila, coloca nas costas e pronto!

Maravilhoso como a gente realmente consegue viver com tão pouco.

boas viagens para todos!!!
beijos
Nana

Dica de viagem

                Ainda falando em viagens, resolvi compartilhar com vcs uma das melhores descobertas que fiz durante essa minha incessante pesquisa virtual. Trata-se de uma empresa chamada Sandemans ( http://www.neweuropetours.eu/ ), que oferece city tours gratuitos (é isso mesmo, gratuitos!!) em 14 cidades pela Europa, entre elas, Paris, Amsterdam, Madri, Londres, Bruxelas, Munique, Dublin, Berlim e Jerusalém. Os city tours acontecem todos os dias da semana, sempre em inglês, e você não precisa reservar antecipadamente, basta aparecer no ponto de encontro. No final do passeio, você recompensa o guia com a gorjeta que quiser.
                 Em Paris especificamente, tem uma outra empresa que oferece o mesmo serviço, a City Free Tour ( http://www.cityfreetour.com/ ) que tem várias opções de tours-caminhadas: Marais, Montmartre, Notre Dame, Versailles, margem direita e margem esquerda do Sena. Tudo no mesmo esquema de pagamento, apenas tips!!

segunda-feira, 16 de maio de 2011


"Muitas vezes, em viagem, é ótimo deixar os mapas, guias e planos de lado. Deixar-se levar pelo acaso e percorrer as trilhas da aventura. Descer em uma estação ferroviária, numa cidadezinha localizada em uma região promissora, sem saber muito do lugar; dirigir por estradas secundárias entre grandes cidades, procurando desvios e recantos; sair a esmo em um porto repleto de marinas e piers transformados em lojinhas, ler um jornal ou revista em um café olhando as pessoas passarem ansiosas por cumprir seu horário de trabalho enquanto desfrutamos do ócio jogados em qualquer canto do planeta.
Viajar é fazer coisas diferentes. Dormir até mais tarde ou acordar cedo por uma boa causa; comer coisas estranhas e desconhecidas; voltar para o aconchego de um recanto familiar perdido no fim do mundo; olhar vitrinas repletas de coisas com rótulos e cartazes escritos em uma língua da qual sequer entendemos as letras. Isso é viajar.
Largar-se no mundo disposto a procurar - e descobrir - algo diferente em termos de sensações, estética, hábitos. Sem hora, sem data, sem destinos rígidos. É preciso abandonar-se completamente ao ócio e deixar que a teoria do caos governe nossa existência por um tempo. Sentir-se estranho em um lugar estranho - ou familiarizado, talvez - depende de você, de seus sonhos e desejos. É preciso percorrer os insólitos caminhos das terras distantes de nossa casa para lermos as outras páginas do livro do mundo.(...) Um turista que se guie apenas pelos roteiros convencionais dificilmente vai descobrir preciosidades. É preciso saber consultar guias turísticos especializados ou algum morador da região que o leve por essas trilhas e labirintos que complementam qualquer viagem pretensamente menos estereotipada ou superficial. 
Há vários prazeres envolvidos na arte de se descobrir algo fora dos roteiros turísticos convencionais. São delícias como privacidade, tranquilidade, sossego, exclusividade e surpresa em desvelar delícias nunca imaginadas. Nem sempre isso envolve preços elevaods ou contatos exclusivos. Claro que alguns desses lugares são caros e destinados a sócios ou convidados VIPS, mas existem milhares de lugares descolados, excelentes e acessíveis à classe média com uma percepção e estilo acima do mediano. Isso se adquire aos poucos, conhecendo, errando, mas elaborando continuamente um mapa de possibilidades". 
(Trechos do livro Cultura & Elegância - Editora Contexto, um manual que, entre outros temas, aborda Grandes destinos que você precisa visitar, Pequenos lugares inesquecíveis que você precisa descobrir, Museus imperdíveis pra você desfrutar, Como se comportar, Como receber, Como saber o que vestir).

Tati e Herbert abriram a temporada de viagens das Amenidetes na França. Ontem, Pri e Deda rumaram à cosmopolita e tentadora Nova Iorque; daqui a um mês iremos passar o Dia dos Namorados no Chile (eu, Vale e Deda e respectivos maridos). Depois é a vez de Guga e Crispa comemorarem os 15 anos de casados na Cidade Luz e, por fim, Rê, Léo, Valéria e Fúlvio rumarão também para a Europa. As viagens são oportunidades perfeitas de olhar pra fora, pro que é novo, e pra dentro; que esses caminhos nos agreguem ainda mais vontade de explorar essa vida tão rara.  E, principalmente, que voltemos melhores do que fomos.  

sábado, 14 de maio de 2011

Fazer o quê?

O tempo não para...a vida sempre continua... E o palhaço, mesmo triste, tem sempre que fazer graça...C'est la vie avec la mort!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Eu acho a Torre Eiffel brega!

Eu acho a Torre Eiffel brega! Tenho visto pela província e em revistas que circulam na província gente querendo ser chique ou tentando tornar lugares chiques no simples colocar de uma plotagem ou escultura ou réplica da Torre Eiffel. Aliás a Torre Eiffel não é brega necessariamente, apesar de ser uma obra feia e fálica, mas, quando é usada na tentativa de "enchiquezar" algo ou algum lugar, torna-se a coisa mais nada-a-ver do mundo! Não deve ser usada como decoração de um lugar, pelamordedeus! Tudo bem, eu até tenho a minha pequena Torre Eiffel, mas não a uso pra decorar ou tentar tornar bacana meu quarto: ela está ao lado de outros souvenirs de viagens, fazendo parte da minha coleção. Vá lá...é uma lembrança e ponto. Hoje eu estava na sala de espera de um consultório médico, tipo do lugar onde nos deparamos com revistinhas de má qualidade, e eis que eu pego uma revista que nunca tinha ouvido falar, a Zoom, aliás brega também e cheia de gente feia e igualmente brega, e me deparo com foto de três lugares diferentes que têm, na decoração, a Torre Eiffel: uma loja de pijama, o salão de um casamento e outro lugar de que não me lembro...Tudo horrível, incoerente, BREGA! Bate logo aquele sentimento de vergonha alheia.Bom...vai a dica: vão a Paris, vejam a Torre, tirem foto, revelem, mas, em hipótese alguma, façam um banner ridículo e pendurem em algum lugar. E, se você for começar algum comércio, também não coloque a Torre Eiffel na decoração...não é bonito, não é charmoso, não é chique, não é agradável aos olhos: é, simplesmente, cafona! Por favor, não seja cafona, porque ser cafona é triste! A Torre Eiffel só é chique e charmosa em Paris e, excepcionalmente, em Las Vegas, e mais em nenhum outro local!

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Sempre Drummond

‎"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade"

Carlos Drummond de Andrade

Pensamento do dia

terça-feira, 10 de maio de 2011

Uma ou duas coisas que sei da vida / Reflexão sobre as reflexões de Guga

Em relação à vida , à vida de cada um , à nossa vida ; o desconhecido é o que nos espera e o inesperado o nosso desafio.O que vamos ser , o que poderíamos ser , o que deixamos de ser , enfim , o que somos realmente ; faz parte da nossa caminhada e do que está escrito.É um jogo que não admite interferencias e é bom que seja assim. É uma espécie de genoma , de um código já chipado na origem que determina as emoções particulares de cada um , as relações interpessoais , as vontades , as habilidades e as oportunidades nesta ou naquela atividade. Quando criança sonhava ser polícia ou motorista de caminhão ; depois queria ser arquiteto ou advogado e na fase romantica da contestação cultural e da formação política, queria ser ' gauche ' em Paris.Na vida academica , finalmente médico ; mas sempre com um ' quê ' mal resolvido na hipotética possibilidade de ser publícitário ou diretor de cinema.Adoro a vida , com todas as possibilidades de acontecimentos bons ou maus e adoro , na realidade amo minhas filhas , exatamente como são , diversas , plurais , inteligentes e amorosas. Cada uma com seu particular e único modo de ver , viver e contemplar a vida.

Para celebrar a vida ou reflexões em meio a um congestionamento em um dia de chuva.

Tenho pensado bastante em como a vida muda o seu rumo. A minha, a sua, a das pessoas conhecidas, a vida de todo mundo. Bom, desde pequena, eu já sabia disso, quando disse à minha mãe, com apenas cinco anos, que "tudo muda, e as pessoas, também" - em resposta à sua reclamação de que eu não estava tão organizada como era antes. Com certeza, todos levam uma vida diferente, pelo menos em alguns aspectos, da que um dia idealizaram. Digo isso sem quaisquer pontadas de frustração ou ressentimento. Não são vidas piores, também podem não ser melhores, são apenas outras vidas. Com outros anseios, diferentes alegrias e realizações.

Eu já quis ser médica, jogadora de basquete, papiloscopista e backing vocalist - e que fique claro que talento foi o que nunca me faltou rsrsrs!! Já sonhei em ser voluntária da Cruz Vermelha, casar com um imaginário Gérard e morar em Paris, já tentei aprender a tocar piano, queria ter seis filhos (em alguma fase da minha vida que certamente tomava medicação controlada!!), fiz planos de passar alguns anos nos Estados Unidos, pretendia escrever um livro, quis aprender a fazer tricô e crochê. E sabe qual é a sensação que tenho hoje? É que tudo de alguma forma se concretizou, não em mim, logicamente, mas em tantas pessoas queridas que conheço. Tem sempre uma irmã aventureira que percorre o mundo, uma outra que morou um tempo na França, uma amiga médica, um blog para escrever com outras pessoas, enfim, percebo que nós não nos realizamos necessariamente em nós mesmos.

Às vezes, perseguimos certos objetivos, traçamos nossas metas, mas enquanto não as alcançamos, a vida vai passando (e mudando), e nós esquecemos de atualizar o propósito de tudo isso no contexto em que estamos agora, hoje. Continuamos no caminho, mas sem questionar se queremos ainda chegar onde a estrada vai dar. Seguimos no automático...

E a vida é tão contraditória! Quanto mais queremos ter o controle sobre tudo que vivemos, menos percebemos as chances, oportunidades valiosas, que batem à nossa porta. Quando queremos nos encontrar, temos que colocar o nosso olhar sobre os outros. Quando queremos ser mais felizes, temos que nos dar menos importância. Para estar repleta, tenho que me esvaziar antes. Para me sentir completa, tenho que me dividir em muitas.


E no final das contas, a gente precisa de tão pouco para ser feliz! E também para fazer os outros à nossa volta felizes! Mas vivemos em meio a tantas distrações, demasiadas alegorias e preocupações supérfluas, que o essencial sempre nos escapa. Na minha vida, muita coisa aconteceu de maneira surpreendente, inesperada, mas quando eu paro pra pensar, sinto que estou onde deveria estar e que nem nos meus melhores sonhos, eu imaginaria a minha vida como ela é. Não sei se vocês brincavam, quando eram pequenas, de ficar folheando uma revista, apontando e dizendo "eu sou essa, eu sou aquela...", penso que se tivesse uma foto minha na revista, naquele tempo, nem eu mesma tinha me escolhido, mas teria errado feio!

Hoje me sinto agraciada, sinto imenso orgulho de tudo o que conquistei, mesmo que o meu tudo seja insignificante aos olhos do mundo; minha inabalável paz interior e todas as pessoas que cativei ao longo da minha vida são minhas maiores e preciosas conquistas. Vem à minha cabeça, como sempre, alguns versos do meu estimado Drummond:

 "Eu sozinho menino entre mangueiras
   lia a história de Robinson Crusoé,
  comprida história que não acaba mais. (...)
  E eu não sabia que minha história
  era mais bonita que a de Robinson Crusoé."

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Fotos Dubai




Dubai

Oi meninas, para quem ainda não sabe acabei de chegar de Dubai! Na verdade fui para a feira de arquitetura de Milão, ficar por dentro das têndências de arquitetura e design, e depois dei uma esticadinha para Dubai e depois Paris! Não preciso falar que a viagem foi fantástica. Adorei tudo e tirei bastante fotos.
O mais incrível foi conhecer Dubai e Abu Dabhi, capital dos Emirados Árabes Unidos. É uma cultura totalemente diferente e interessantes. As duas cidades estão em plena construção, parecem um verdadeiro canteiro de obras. Em Abu Dabhi tive a oportunidade de ver as maquetes dos museus que estão emc contrução, só por baixo, estão construindo um Museu do louvre lá. Todos com projetos de arquitetos renomados.
Conheci mesquistas ( uma delas possui o maior tapete persa do mundo, mais de 6 mil metros quadrados de tapete), shoppings (o maior do mundo com mais de 1.200 lojas), deserto ( aonde fiz um safari e andeid e camelo) hoteis maravilhosos e caríssimos, entre eles o Burj Al Arab ( aquele que está em todo cartão postal de Dubai) e o Atlantis, situado em uma ilha artificial.
As fotos abaixo mostram mais um pouquinho dessa viagem dos sonhos!
E a todas mais do que indico conhecer Dubai!!!!

domingo, 8 de maio de 2011

Feliz dia das Mães!!!

MÃE É MÃE: mentira - Martha Medeiros

Vamos esclarecer alguns pontos sobre mães,ok?
Desconstruir alguns mitos.
Não, não precisa se preocupar.
Não é nada ofensivo, eu também sou mãe...e avó!
Vamos lá:
MÃE É MÃE: mentira !!!
Mãe foi mãe, mas já faz um tempão!
Agora mãe é um monte de coisas:
é atleta, atriz, é superstar.
Mãe agora é pediatra, psicóloga, motorista.
Também é cozinheira e lavadeira.
Pode ser política, até ditadora, não tem outro jeito.
Mãe às vezes também é pai.
Sustenta a casa, toma conta de tudo, está jogando um bolão.
Mãe pode ser irmã: empresta roupa, vai a shows de rock
e pra desespero de algumas filhas, entra na briga por um namorado.
Mãe é avó (oba, esse é o meu departamento!):
moderníssima, antenadíssima, não fica mais em cadeira de balanço,
se quiser também namora, trabalha, adora dançar.
Mãe pode ser destaque de escola de samba, guarda de trânsito, campeã de aeróbica, mergulhadora.
Só não é santa, a não ser que você acredite em milagres.
Mãe já foi mãe, agora é mãe também.
MÃE É UMA SÓ: mentira !!!
Sabe por quê?
Claro que sabe!
Toda criança tem uma avó que participa, dá colo, está lá quando é preciso.
De certa forma, tem duas mães.
Tem aquela moça, a babá, que mima, brinca, cuida.
Uma mãe de reserva, que fica no banco, mas tem seus dias de titular.
E outras mulheres que prestam uma ajuda valiosa.
Uma médica que salva uma vida, uma fisioterapeuta que corrige uma deficiência,
uma advogada que liberta um inocente, todas são um pouco mães.
Até a maga do feminismo, Camille Paglia, que só conheceu instinto maternal por fotografia, admitiu uma vez que lecionar não deixa de ser uma forma de exercer a maternidade.
O certo então, seria dizer: mãe, todos têm pelo menos uma.
Ser mãe é padecer no paraíso: mentira!
Que paraíso, cara-pálida?
Paraíso é o Taiti, paraíso é a Grécia, é Bora-Bora, onde crianças não entram.
Cara,estamos falando da vida real, que é ótima muitas vezes, e aborrecida outras tantas, vamos combinar.
Quanto a padecer, é bobagem.
Tem coisas muito piores do que acordar de madrugada no inverno pra amamentar o bebê, trocar a fralda e fazer arrotar.
Por exemplo?
Ficar de madrugada esperando o filho ou filha adolescente voltar da festa na casa de um amigo que você nunca ouviu falar, num sítio que você não tem a mínima idéia de onde fica.
Aí a barra é pesada, pode crer...
Maternidade é a missão de toda mulher: mentira !!!
Maternidade não é serviço militar obrigatório, caraca!
Deus nos deu um útero mas o diabo nos deu poder de escolha.
Como já disse o Vinicius: filhos, melhor não tê-los, mas se não tê-los,como sabê-los?
Vinicius era homem e tinha as mesmas dúvidas.
Não tê-los não é o problema, o problema é descartar essa experiência.
Como eu preferi não deixar nada pendente pra a próxima encarnação, vivi e estou vivendo tudo o que eu acho que vale a pena nesta vida mesmo, que é pequena mas tem bastante espaço.
Mas acredito piamente que uma mulher pode perfeitamente ser feliz sem filhos, assim como uma mãe padrão, dessas que têm umas seis crianças na barra da saia, pode ser feliz sem nunca ter conhecido Paris, sem nunca ter mergulhado no Caribe, sem nunca ter lido um poema de Fernando Pessoa.
É difícil, mas acontece.
Mamãe, eu quero: verdade!
Você pode não querer ser uma, mas não conheço ninguém que não queira a sua.


Uma foto bem antiguinha, mas que eu adoro, parecemos quatro gatinhas aninhadas
em volta da mãe!! Em Patos, 1981.


Outra foto que adoro: Dani, Crispim e Fernanda com a minha sogra
que não cheguei a conhecer, Virgínia.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

FELIZ POR NADA - de Martha Medeiros (Publicado em 02/05/10)

Geralmente, quando uma pessoa exclama Estou tão feliz!, é porque engatou um novo amor, conseguiu uma promoção, ganhou uma bolsa de estudos, perdeu os quilos que precisava ou algo do tipo. Há sempre um porquê. Eu costumo torcer para que essa felicidade dure um bom tempo, mas sei que as novidades envelhecem e que não é seguro se sentir feliz apenas por atingimento de metas. Muito melhor é ser feliz por nada.

Digamos: feliz porque maio recém começou e temos longos oito meses para fazer de 2010 um ano memorável. Feliz por estar com as dívidas pagas. Feliz porque alguém o elogiou. Feliz porque existe uma perspectiva de viagem daqui a alguns meses. Feliz porque você não magoou ninguém hoje. Feliz porque daqui a pouco será hora de dormir e não há lugar no mundo mais acolhedor do que sua cama.

Esquece. Mesmo sendo motivos prosaicos, isso ainda é ser feliz por muito.

Feliz por nada, nada mesmo?

Talvez passe pela total despreocupação com essa busca. Essa tal de felicidade inferniza. "Faça isso, faça aquilo". A troco? Quem garante que todos chegam lá pelo mesmo caminho?

Particularmente, gosto de quem tem compromisso com a alegria, que procura relativizar as chatices diárias e se concentrar no que importa pra valer, e assim alivia o seu cotidiano e não atormenta o dos outros. Mas não estando alegre, é possível ser feliz também. Não estando "realizado", também. Estando triste, felicíssimo igual. Porque felicidade é calma. Consciência. É ter talento para aturar o inevitável, é tirar algum proveito do imprevisto, é ficar debochadamente assombrado consigo próprio: como é que eu me meti nessa, como é que foi acontecer comigo? Pois é, são os efeitos colaterais de se estar vivo.

Benditos os que conseguem se deixar em paz. Os que não se cobram por não terem cumprido suas resoluções, que não se culpam por terem falhado, não se torturam por terem sido contraditórios, não se punem por não terem sido perfeitos. Apenas fazem o melhor que podem.

Se é para ser mestre em alguma coisa, então que sejamos mestres em nos libertar da patrulha do pensamento. De querer se adequar à sociedade e ao mesmo tempo ser livre. Adequação e liberdade simultaneamente? É uma senhora ambição. Demanda a energia de uma usina. Para que se consumir tanto?

A vida não é um questionário de Proust. Você não precisa ter que responder ao mundo quais são suas qualidades, sua cor preferida, seu prato favorito, que bicho seria. Que mania de se autoconhecer. Chega de se autoconhecer. Você é o que é, um imperfeito bem-intencionado e que muda de opinião sem a menor culpa.

Ser feliz por nada talvez seja isso.

Teatro para os pequenos

Para quem adora teatro infantil como eu, vale a pena conferir e prestigiar a programação dos teatros da nossa cidade neste mês de maio. João até agora só foi uma vez, assistimos à peça dos Três Porquinhos, e ele adorou, teve um tiquinho de medo do lobo no começo, mas depois relaxou rsrsrs! Desde então, pede para ir de novo e foi ele que viu a foto minúscula da peça no jornal anunciando que novamente estaria em cartaz.
Clara, por outro lado, é praticamente uma expert no assunto, não sei mesmo a quantas peças assistimos juntas. Ainda me lembro da primeira vez que a levei, quando ela tinha dois anos, assim que a cortina se abriu, e os personagens apareceram, ela virou pra mim e disse: "Mãe, é gente de verdade!" Não desviou o olhar e não falou mais nada até o final da peça, depois ficou completamente viciada em teatro! Tinha uma peça na época que era a sua preferida "O reino do chocolate", e nós fomos tantas vezes que quando cumprimentávamos os atores no final, eles já a chamavam pelo nome!

No teatro Santa Roza
Mostra dos 10 anos da Companhia Argonautas, espetáculos variados ao longo do mês de maio
Horário: 17h
Ingressos:R$10 meia - R$20 inteira

dias 7 e 8  - Os três Porquinhos
dias 14 e 15 - Cinderela
dias 21 e 22 - Cinderela 3 - E se o sapatinho não coubesse?
dias 28 e 29 - Alice no País das Maravilhas

No teatro Ednaldo do Egypto
Aos sábados e domingos do mês de maio
Horário: 17h
Ingressos: R$10 - R$20

O Pequeno Planeta Chamado Terra

No teatro Lima Penante
Aos sábados e domingos do mês de maio
Horário: 17h
Ingressos: R$5 - R$10

Pequenino Grão de Areia

terça-feira, 3 de maio de 2011

Reflexões sobre a fé

sf.1.Crença religiosa ou em valores espirituais.2.Conjunto de dogmas e doutrinas que constituem um culto.3. Rel.A primeira das virtudes teologais:adesão e anuência pessoal a Deus e seus desígnios.4.Firmeza na execução duma promessa ou compromisso. 5.Crença, confiança.6.Testemunho autêntico, escrito, de certos funcionários, que tem força em juízo.

Fe, faith, la foi, fede, glauben, fidem.
Não diga que a canção está perdida, tenha fé em Deus, tenha fé na vida... tente outra vez!


"Fé a firme opinião de que algo é verdade, sem qualquer tipo de prova ou critério objetivo de verificação, pela absoluta confiança que depositamos nesta idéia ou fonte de transmissão."

A fé que pode ser menor que um grão de mostarda, que pode ser tão grande a ponto de mover montanhas; má fé ou boa fé; dou fé e tomo fé.

Andar com fé eu vou, que a fé não costuma falhar.
" A fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito do que não se vê."

Que não pode ser explicada, racionalizada ou mensurada, apenas sentida. Não é simplesmente uma convicção ou uma certeza, é algo ainda maior. Fé no amor, em um futuro melhor. Testemunho de fé, homens de pouca fé.

Don't you let your love turn to hate, now we've gotta keep the faith.
Como dizia Jesus, é sempre ela que nos salva. Em que, em quem você deposita sua fé?!


segunda-feira, 2 de maio de 2011

Princess (white jealousy) feelings III...

Desculpe se canso vocês com todo esse papo da realeza, mas é que achei estas fotos no Bettys e não pude deixar de postar aqui também!

O casal deixando o Palácio de Buckingham
Segundo comunicado oficial, eles resolveram não viajar imediatamente em lua-de-mel, descansaram durante o final de semana por lá mesmo e já esta semana, William está de volta ao trabalho como piloto de Procura e Resgate; já Kate deve começar o batente em sua nova vida de princesa, duquesa, condessa e baronesa... ô vida difícil rsrsrs!!


Uma das fotos oficiais, tão linda que parece uma pintura!

   
A frase espirituosa que estava na boca dos ingleses no dia da cerimônia!!

Amenicrópolis-Enrolados
















Essa foi a festinha da Helena (6 anos) e do Antônio ( 2 anos)
O destaque este ano foi para a Helena ,a rapunzel,mas o Antônio saiu muito bem no papel coadjuvante de camaleãozinho(Pascal).Para quem não lembra, no ano passado ele foi o palhaço do circo, e ela a bailarina.
O convite foi uma frigideira....muitos não entenderam, embora eu tenha explicado....
As fantasias deles ficaram bem bonitas....
A decoração, com todos os detalhes, tiveram além das minhas, as mãos da Tia Nené,Ché,Ju ,Mônica,Guga, Tati e Valéria.
.Em cada mesa, havia uma boneca rapunzel e uma frigideira para servir os salgados.
Salgados estes, que foram feitos pelo Buffet da Canelle, que arrasou também nos docinhos decorados.
O bolo foi feito por Mireille, do atelier MM.
As lembranças foram necessaires com doces e uma toalha de rosto.
Aos que não saíram nas fotos, me perdoem! Eu bem que tentei.Até a Sofia sumiu dos meus flashes ....
A festa foi boa, mas como sempre a chuva no final atrapalhou um pouquinho....
Agradeço a todos o carinho e a presença na festa, assim como os lindos presentes !Eles amaram !
Beijos
Pri
p.s.Guga, te livrei de postar a foto onde você está com a touca do camaleãozinho.... Mas não se esqueça que ela está bem guardadinha...rsrsrsrs

Enquanto o Papa João Paulo II era beatificado, matavam Osama Bin Laden...


O papa Bento XVI proclamou ontem beato o seu antecessor, o papa João Paulo II, em uma cerimônia na praça São Pedro que contou com mais de um milhão de fiéis. Eu tive a curiosidade de saber a diferença entre o processo de beatificação e o de canonização; pelo que entendi, a beatificação é uma etapa do processo de canonização, a igreja reconhece que o beato (ou bem-aventurado) é alguém que viveu as virtudes cristãs em grau heróico, mas para ser canonizado precisa de uma série de milagres devidamente reconhecidos. Uma outra diferença é que a veneração ao beato pode ser realizado apenas de forma regional, no lugar onde ele viveu ou nasceu, enquanto que o santo pode ser reverenciado no mundo inteiro. De toda forma, no caso de João Paulo II, por se tratar de uma personalidade tão querida e conhecida em inúmeros países, acho que desde já será venerado como um santo. O dia escolhido para sua veneração foi 22 de outubro, dia da primeira missa do seu pontificado. Na minha singela opinião, um título mais que merecido para um lindo homem que viveu sua santidade ainda em vida, um dos líderes mais influentes do século XX que soube com muita sabedoria expandir e difundir o cristianismo, sem nunca perder a humildade que a grandiosidade de sua missão exigia.



Enquanto isso, em algum lugar do Paquistão, uma equipe especializada das forças americanas executava uma operação mais que sigilosa para, enfim, matar o seu algoz - considerado o mentor do ataque de 11 de setembro. Dez anos depois da tragédia, os americanos comemoram a justiça que foi feita.