sexta-feira, 28 de setembro de 2012

CORUJICES


Well, to devendo um post atualizando minhas idas e vindas.
Mas, este vira em breve.
Agora mesmo quero somente divulgar o blog de minha amiga pernambucana, Mirthis Novaes, mais conhecida como "Maga".

Ela tambem se tornou uma mae coruja e pensei que seria mais do que apropriado fazer o link entre a "reca" de mae coruja neste blog com a outra "reca" de mae coruja do outro blog.
O blog ta muito bonito e interessante!
Entao ta ai a dica:

http://corujices.com/

beijos e ate breve!!!

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

De Candice e de mobile

É um pássaro sem asas , estilizado , de perfeito ponto gravitacional ,pendurado no teto e balançando sobre a mesa do espaço gourmet na casa de Bananeiras. É quem primeiro ve a luz e os multiplos moisacos dos muitos tons de verde do vale. Dei a ele o nome de pavão misterioso e foi presente de Candice , na viagem em que fui apresentado a Rebecca.Este fim de semana fiquei um tempão olhando para ele , daí me veio a lembrança de Candice , o que me ocorre sempre que o observo.Tão longe e tão perto , Candice termina sendo , desta forma , presença e saudade de filha querida.Vou começar a eleger objetos e relacionar com as outras filhas , tipo as ' madeleines ' de Marcel Proust.Será uma maneira de amenizar as ausencias.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

NAVEGAR É PRECISO

Com a licença de Fernando Pessoa , não completo com o '... viver não é preciso '. Na realidade o sentido é literalmente navegar na web , integrar-se ao espírito de Amenidades , interagir com minha querida Guga ; que não pode ficar lutando sòzinha.Agora , de computador novo , serei mais assíduo ao Amenidades. Este final de semana farei o sacrifício de ir a Bananeiras , o que venho fazendo quase sempre.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Dieta digital - consumir com muita moderação Apples e BlackBerries !!

Acho que todo mundo já se sentiu em algum momento viciado em tecnologia ou em internet. Sem dúvida, esse é um mal que temos que combater, pensando em nossa qualidade de vida hoje e no futuro, porque se a nossa geração está assim, imaginem como será a geração dos nossos filhos! Sei que é difícil, mas teremos que nos desconectar do mundo virtual gradativamente, para podermos nos conectarmos à vida real.

Muitos movimentos e iniciativas tem surgido no mundo inteiro, para ajudar na chamada desintoxicação digital. Recentemente um canadense publicou um livro intitulado "The Digital Diet - a four step plan to brake your tech addiction and regain balance in your life", que traz conselhos práticos para curar os que sofrem de F.O.M.O. ( fear of missing out / medo de perder algo), o temor tão atual de ser a última pessoa a saber de uma novidade, de não curtir, postar ou conferir frases ou fotos no Instagram, no Facebook ou em qualquer outra rede social. A tecnologia nos dá essa falsa sensação de que estamos ligados a muitas pessoas, por todo o mundo, a qualquer hora, onde quer que a gente esteja; quando o importante era tentar realmente ter uma ligação real, privada e verdadeira com pelo menos uma pessoa, a cada dia. Foi divulgada há pouco tempo uma pesquisa que comprovou que as mulheres brasileiras " gastam 45% mais tempo que os homens nas redes sociais. Sem falar em blogs, sites de street style, de receitas...e no e-mail."

Muitos hotéis e restaurantes tem oferecido descontos para quem permanecer desconectado de seus tablets e smartphones, enquanto estiverem em seus estabelecimentos. O cliente deixa o aparelho assim que entra e, na saída, pega-o de volta. E olha que eles não ganham nada com isso, mas querem apenas zelar pela melhor qualidade do tempo de seus clientes. Não faltam adesões a esse movimento de detox digital: outros livros de relatos pessoais vitoriosos de abstinência da tecnologia, sites e campanhas publicitárias, inclusive de empresas de telefonia. Enfim, o mundo prova hoje do seu próprio veneno, do abuso tecnológico, do distanciamento entre as pessoas, de uma horrível onda de individualismo e egocentrismo que se alastra rapidamente.

Cabe a cada um de nós tomarmos pequenas medidas em nossa rotina, em estabelecer horários e regras pessoais para usar nossos inseparáveis aparelhos. Não podemos esquecer jamais que nada substituirá a presença real do outro. O ser humano sempre terá os aplicativos mais interessantes que existem!!

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O tempo pode parar

Adoro as horas mortas, o tempo que se leva para ir de um lugar a outro, o tempo de espera no consultório, para ser atendida; o tempo até acabar o treino de futebol, até tocar para a saída da escola, até a missa começar; o tempo perdido no aeroporto enquanto aguardamos o vôo, ou seja, todo tipo de tempo parado, onde a vida fica por minutos ou horas em stand-by. Adoro esses momentos, porque neles encontro paz e oportunidade para pensar, para observar sem pressa, para também eu parar junto com o tempo. E poucos lugares são tão propícios à reflexão ( e à oração) como viagens de avião.

Alguns dirão que o inconsciente medo da morte favorece por si só a oração, mas eu não tenho medo de voar, é mais um pensamento infantil e simplório de que estou no céu , portanto, mais perto de Deus e que, talvez assim, meus pensamentos cheguem mais rápido até Ele. Nessas horas me vem tantas coisas estranhas à cabeça, penso em muitos momentos e pessoas que há muito não lembrava, é como se abrisse uma caixa de Pandora às avessas, cheia de coisas boas. E eu penso em tantas coisas lindas que me alegram o coração, que acabo chorando. Aliás estou com mania de chorar sempre, um choro diferente que não é de tristeza. Gosto de pensar que toda a beleza e amor que não cabem em mim (porque de repente o tempo pára, e eu me torno tão pequena) extravasam em forma de lágrimas.