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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Tecido tecnológico
Não sei se vocês já ouviram falar do novo tecido lançado no mercado, o Emana, desenvolvido pelo grupo Rhodia, com tecnologia BIOFIR (infra red), ele contém cristais bio-ativos, "capazes de usar o calor do próprio corpo para promover a microcirculação, a oxigenação e drenagem das células. Estes cristais refletem o calor que o corpo emite na forma de infravermelho longo que promove uma ativação constante das células da região".
O tecido é certificado pela Anvisa e promete aumentar o metabolismo celular (favorecendo a redução de medidas) ,aumentar a elasticidade da pele, estimular a circulação (reduzindo sinais de celulite), promover equilíbrio térmico e reduzir a fadiga muscular !! Tá bom ou quer mais rsrsrs?!!! Como os cristais ficam dentro do fio, não precisa se preocupar que as suas propriedades não se perdem nas lavagens. Já estão sendo vendidos uma enorme gama de produtos que podem ser confeccionados com o fio Emana, principalmente lingerie ( underwear ), shapewear e roupas esportivas. Por isso, a partir de agora, é bom procurar sempre nas embalagens pelo selo Emana.
Um dos produtos que mais tem feito sucesso (e eu já estou fazendo uso) são as bermudas anticelulite, já vi por aí de várias marcas - TriFil, Scala, Un.I, entre outras. Todas prometem, em suma, a mesma coisa: controlar o inchaço e reduzir a celulite. Recomenda-se usá-las por pelo menos oito horas por dia e, segundo os fabricantes, de 30 a 60 dias, você já observa os resultados positivos. Eu estou usando a minha há umas três semanas, coloco quando vou dormir, e posso dizer que realmente faz efeito; logicamente que, como um milagre, minha pele não está lisinha, sem sinal de celulite, mas posso garantir que já está diferente. Como não é um grande investimento ( a que eu comprei da Trifil custou apenas 35 reais), acho que vale muito a pena experimentar!!
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Minimamente Feliz
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terça-feira, 17 de maio de 2011
Será o fim de minha gordidão?
Bom! Após ouvir relatos fantásticos de uma tia que perdeu 45kg, de um primo que perdeu 37kg e de uma amiga que perdeu 11kg, eu resolvi ingressar em minha mais nova dieta, a dos shakes da Herbalife. E desta vez não comecei em uma segunda-feira!!! Na verdade, eu detestava a Herbalife (aliás ainda apresento certa hostilidade), porque não havia um agentezinho pentelho com aquele bottom "Quer emagrecer? Pergunte-me como!" que, me vendo, não corresse desesperadamente para me entrevistar, oferecendo produtos milagrosos e ratificando a minha qualidade de gordo. Eu tinha vontade de esmagá-los com todo o meu peso! Mas...as opiniões mudam e, diante dos relatos de pessoas próximas, me animei e resolvi começar a dieta hoje à noite: já tomei os dois chás e o shake, que, paradoxalmente (porque tudo de emagrecimento é ruim), é uma delícia...e gordo gosta do que é gostoso. O ambiente é bem propício, com todo um suporte psicológico, quase que uma terapia em grupo, porque vemos ao nosso lado outros gordinhos na luta, se solidarizando com a gente, sofrendo juntos em busca do objetivo comum: não perder, porque "quem perde acha", mas eliminar tudo que excede em nosso tecido adiposo! O único defeito desses “centros” (se é que se pode chamar assim) é que há sempre aqueles magros ridículos que vivem de dieta, em que pese serem sibitos baleados, humilhando e tripudiando dos pobres gordinhos, no simples estar naquele lugar. Mas meu espírito competitivo há de me ajudar nesta batalha, e eu ainda hei de ser uma canela de sabiá! Amigos e familiares, juntem-se a mim nesta campanha por um Dudu/Gadelha Saradão, não me oferecendo comidas gostosas, não me chamando para comer em outros lugares que não os Centros dos Shakes, o Le Víssimo, no máximo uma água de coco...só lugares lights; tampouco me maltratem comendo na minha frente os pecados alimentícios deste mundo. É, minha gente...quem sabe, um dia, vocês ao falarem em mim, de mim ou comigo, não dirão: “-O mago Gadelha é gente boa!”, “- Ah! O mago Gadelha é uma figura”, “Digaí, mago Gadelha!”, “-O mago Gadelha se mostra demais com esse corpo!”. Será esse, então, o fim de minha gordidão?! I hope so! Deixá-los-ei cientes de meus avanços! Torçam por mim! Adeus gordura!! E BEM-VINDA MAGREZA
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Dieta contra o cancer
Uma boa notícia:
"O Instituto do Câncer lançou uma dieta para prevenir vários tipos da doença. A lista de alimentos é ampla e funciona como uma proteção ao organismo, se o consumo for diário e prolongado."
Quem quiser conferir a reportagem, pode dar uma olhada através do seguinte link:
http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1645667-17665,00.html
"O Instituto do Câncer lançou uma dieta para prevenir vários tipos da doença. A lista de alimentos é ampla e funciona como uma proteção ao organismo, se o consumo for diário e prolongado."
Quem quiser conferir a reportagem, pode dar uma olhada através do seguinte link:
http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1645667-17665,00.html
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Musicoterapia para Prematuros
Música ajuda bebês em UTI neonatal de hospital na Paraíba
Implantada há quase um ano, a musicoterapia tem melhorado o desenvolvimento de prematuros no Hospital da Polícia Militar General Edson Ramalho, em João Pessoa (PB)
Quando a UTI Neonatal do Hospital da Polícia Militar General Edson Ramalho, em João Pessoa, foi inaugurada, em dezembro de 2009, a coordenadora Alexandrina Cavalcante Lopes Galvão procurava não só equipar a unidade com o que havia de mais moderno, mas também implantar projetos humanizadores. "Percebemos que os recém-nascidos prematuros ficavam confinados e perdiam o vinculo com a mãe, já que não tinham a presença dela o tempo todo. Pesquisamos muito e buscamos um projeto que beneficiasse a mãe e os bebês, fosse de baixo custo e tivesse uma linguagem universal", conta Alexandrina.
Foi assim que começou o trabalho de musicoterapia. Pela manhã e ao final do dia, durante 30 minutos de silêncio total, os bebês escutam músicas clássicas, sons da natureza e canções de ninar. Os resultados foram praticamente imediatos. Um levantamento feito com os participantes do projeto mediu quatro parâmetros: freqüência cardíaca, temperatura corporal, freqüência respiratória e oxigenação. "Dos 100 bebês que já passaram pelo projeto, mais de 50% apresentaram melhoras em todos os parâmetros e apenas 12% não tiveram melhora em nenhum dos parâmetros". Segundo Alexandrina, a música age diretamente no cérebro e diminui o sofrimento de uma maneira visível: o rostinho fica menos enrugado, a expressão de dor diminui e o bebê fica menos agitado.
Desde o primeiro mês de vida, José Carlos Eduardo Batista da Silva, hoje com 6 meses, participa do projeto de musicoterapia. Ele nasceu com falta de oxigenação no cérebro, chamada de anoxia, e está na UTI neonatal do hospital desde então. A mãe Fabiana Batista da Silva, de 24 anos, diz que o filho reagiu muito bem ao tratamento. "Antes ele ficava mais paradinho. Agora, quando eu converso com ele, vejo que fica mais atento ao que eu falo. Acho que melhorou a auto-estima dele também". Fabiana participa da musicoterapia com o filho sempre que pode no período de 4 horas que passa na unidade, das 17h30 às 20h, todos os dias. E José tem suas preferências musicais. "Ele não gosta muito de Mozart, quando escuta fica agitado, se mexe bastante. Prefere música de ninar. A que ele mais gosta é a 'Hora do Banho'. Quando ouve, se acalma, fica tranqüilo", conta Fabiana.
Os benefícios do projeto vão além da saúde dos bebês. Além de ter diminuido o tempo de permanência dos recém nascidos na UTI neonatal, a musicoterapia deixou as mães mais tranqüilas e as aproximou dos filhos, já que elas também ouvem a música com eles. Até a equipe médica sentiu os efeitos positivos. "Eles adoram o momento, dizem que relaxam, porque também estão sob estresse dentro da UTI, cuidando dos bebês".
O tratamento também já acontece nas unidades mãe-canguru – terapia em que os bebês ficam em contato direto com um dos pais, sem roupa, com o objetivo de fortalecer a imunidade e ganhar peso – e no banco de leite. "Para as mães lactantes, a música diminui o estresse e aumenta a produção de leite", diz Alexandrina, que agora quer estender a musicoterapia para as salas de parto e o alojamento conjunto, e individualizar o procedimento. "Algumas mães já começaram a gravar com a própria voz as músicas que cantavam para os filhos quando estavam grávidas para que ele escute na UTI. Também queremos gravar a batida do coração da mãe". Tudo para ajudar os bebês a se recuperarem mais rápido e aproximá-los da mãe.
(Referencia: revista Crescer, extraído do site www.revistacrescer.globo.com)
Implantada há quase um ano, a musicoterapia tem melhorado o desenvolvimento de prematuros no Hospital da Polícia Militar General Edson Ramalho, em João Pessoa (PB)
Quando a UTI Neonatal do Hospital da Polícia Militar General Edson Ramalho, em João Pessoa, foi inaugurada, em dezembro de 2009, a coordenadora Alexandrina Cavalcante Lopes Galvão procurava não só equipar a unidade com o que havia de mais moderno, mas também implantar projetos humanizadores. "Percebemos que os recém-nascidos prematuros ficavam confinados e perdiam o vinculo com a mãe, já que não tinham a presença dela o tempo todo. Pesquisamos muito e buscamos um projeto que beneficiasse a mãe e os bebês, fosse de baixo custo e tivesse uma linguagem universal", conta Alexandrina.
Foi assim que começou o trabalho de musicoterapia. Pela manhã e ao final do dia, durante 30 minutos de silêncio total, os bebês escutam músicas clássicas, sons da natureza e canções de ninar. Os resultados foram praticamente imediatos. Um levantamento feito com os participantes do projeto mediu quatro parâmetros: freqüência cardíaca, temperatura corporal, freqüência respiratória e oxigenação. "Dos 100 bebês que já passaram pelo projeto, mais de 50% apresentaram melhoras em todos os parâmetros e apenas 12% não tiveram melhora em nenhum dos parâmetros". Segundo Alexandrina, a música age diretamente no cérebro e diminui o sofrimento de uma maneira visível: o rostinho fica menos enrugado, a expressão de dor diminui e o bebê fica menos agitado.
Desde o primeiro mês de vida, José Carlos Eduardo Batista da Silva, hoje com 6 meses, participa do projeto de musicoterapia. Ele nasceu com falta de oxigenação no cérebro, chamada de anoxia, e está na UTI neonatal do hospital desde então. A mãe Fabiana Batista da Silva, de 24 anos, diz que o filho reagiu muito bem ao tratamento. "Antes ele ficava mais paradinho. Agora, quando eu converso com ele, vejo que fica mais atento ao que eu falo. Acho que melhorou a auto-estima dele também". Fabiana participa da musicoterapia com o filho sempre que pode no período de 4 horas que passa na unidade, das 17h30 às 20h, todos os dias. E José tem suas preferências musicais. "Ele não gosta muito de Mozart, quando escuta fica agitado, se mexe bastante. Prefere música de ninar. A que ele mais gosta é a 'Hora do Banho'. Quando ouve, se acalma, fica tranqüilo", conta Fabiana.
Os benefícios do projeto vão além da saúde dos bebês. Além de ter diminuido o tempo de permanência dos recém nascidos na UTI neonatal, a musicoterapia deixou as mães mais tranqüilas e as aproximou dos filhos, já que elas também ouvem a música com eles. Até a equipe médica sentiu os efeitos positivos. "Eles adoram o momento, dizem que relaxam, porque também estão sob estresse dentro da UTI, cuidando dos bebês".
O tratamento também já acontece nas unidades mãe-canguru – terapia em que os bebês ficam em contato direto com um dos pais, sem roupa, com o objetivo de fortalecer a imunidade e ganhar peso – e no banco de leite. "Para as mães lactantes, a música diminui o estresse e aumenta a produção de leite", diz Alexandrina, que agora quer estender a musicoterapia para as salas de parto e o alojamento conjunto, e individualizar o procedimento. "Algumas mães já começaram a gravar com a própria voz as músicas que cantavam para os filhos quando estavam grávidas para que ele escute na UTI. Também queremos gravar a batida do coração da mãe". Tudo para ajudar os bebês a se recuperarem mais rápido e aproximá-los da mãe.
(Referencia: revista Crescer, extraído do site www.revistacrescer.globo.com)
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Vacinação particular contra a gripe suína
Hoje levei Pedro e Clara para tomarem a vacina contra a gripe suína, já que não se enquadram em nenhum dos grupos selecionados na campanha do Ministério da Saúde. Na verdade,as vacinas (gripe suína + gripe comum conjugadas) tinham chegado às clínicas particulares desde a semana passada, mas como Clara estava meio doente, o pediatra só a liberou agora. Crianças a partir de 9 anos, tomam uma dose única, e as menores tem que tomar duas doses, com intervalo de 30 dias. Na minha clínica, cada dose da vacina custa R$120,00. A Prophylaxis fica no edifício Kadoshi, ao lado do Mag Shopping, o telefone de lá é 2106-0888, para quem precisar.
Esta semana estava vendo no jornal os baixos índices de adesão à campanha e fiquei pensando como as pessoas estavam desesperadas há um ano quando a gripe suína era uma pandemia. Se tivesse a vacina no Brasil naquele momento, quantas pessoas não teriam pago um alto preço para se imunizarem?! E agora, que tem à disposição, não querem!!
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Não acredito neste lado escuro das vacinas!!
Ontem levei João para tomar a "última" vacina indicada pelo pediatra e que consta no cartão de vacinação, agora só receberá alguns reforços aos 4 anos. Coincidentemente, nesta semana assisti a três programas na TV a cabo que falavam sobre o autismo (acho que porque recentemente foi instituído no mundo inteiro o dia 02 de abril como o Dia do Autismo),e eu não sei se vocês tem conhecimento, mas há uma teoria disseminada, principalmente nos Estados Unidos e na Inglaterra, de que algumas vacinas podem causar autismo.
Essa polêmica surgiu a partir de uma pesquisa realizada na Inglaterra em 1998 que identificou anticorpos e organismos vivos relativos à vacina tríplice (MMR , para rubéola, caxumba e sarampo) em crianças autistas e que não se encontravam nas crianças normais do grupo de controle. Também foi relatada a relação entre o Thimerosal - um conservante à base de mercúrio contido na maior parte das vacinas obrigatórias - e o autismo, dentre outras doenças neurológicas; por isso outras vacinas, além da tríplice, também estão sendo rejeitadas.
A idéia cresceu tanto nos EUA, que uma pesquisa feita pela Universidade de Michigan neste ano constatou que 25% dos pais americanos acreditam que as vacinas podem causar autismo em crianças saudáveis. Depois disso, o jornal médico britânico Lancet decidiu retirar o tal estudo publicado que gerou toda a discussão e desconfiança sobre a vacinação. A Corte Federal Especial de Queixas dos Estados Unidos também declarou que as vacinas que contem o preservativo thimerasol não podem causar autismo por si mesmas, frustrando assim muitos pais que já haviam recorrido à justiça para receber indenizações dos laboratórios e do governo americano. De toda forma, inúmeras organizações se empenham na mídia e na internet para cobrar das autoridades e dos órgãos responsáveis evidências científicas que provem a segurança e a eficácia das vacinas e também para "alertar" os pais dos riscos e da irresponsabilidade de vacinar seus filhos sem o devido respaldo.
A questão é que o autismo é mesmo um problema de saúde crescente e preocupante em todo o mundo, nos Estados Unidos, uma em cada 110 crianças são afetadas, e suas causas ainda não estão elucidadas. Os médicos afirmam que em mais de 90% dos casos a transmissão é genética, mas deixa uma parcela restante para outros agentes causadores desconhecidos. No documentário da Discovery apareceu uma família americana em que os seis filhos são autistas, com graus variáveis de intensidade, representando, assim, uma importante fonte viva de pesquisa e estudo dessa doença.
Mais informações sobre a definição, os sintomas, peculiaridades e tratamento do autismo podem ser encontradas no link abaixo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Autismo
segunda-feira, 22 de março de 2010
Vacinação

Queridas Amigas
Hoje, o primeiro dia da vacinação que inclui os bebês, eu fui levar o Antônio.
Esperei apenas 6 pessoas, dentre elas alguns idosos diabéticos , grávidas e outros bebês.Fui o posto de saúde do Lactário da Torre.Sempre fiz as vacinas de todos lá.Só algumas que n são disponíveis no público , ou a ultima do Antônio (sextupla), por ele ter tido reação as primeiras doses ...
Ele chorou um pouquinho na hora , mas parou logo....Espero que n tenha reações, qq coisa aviso vcs....
bjs
Pri
quinta-feira, 11 de março de 2010
Vacinação para gripe suína - por Simone Tinti e Thais Lazzeri, revista Crescer
Gripe suína: vacina vai chegar nas clínicas particulares só em abril. Na rede pública, a campanha já começou. Veja como vai funcionar o esquema de vacinação e o que fazer se você e o seu filho não fizerem parte do grupo que vai receber a vacina gratuitamente
O atraso, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), foi causado porque os laboratórios ainda não enviaram à Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos um documento solicitando a taxação do produto (ou seja, quanto ele vai custar). O único que recebeu liberação para vender para a rede privada foi a Sanofi Pasteur. CRESCER entrou em contato com o laboratório. Eles responderam que “toda a prioridade da Sanofi Pasteur foi atender à demanda do setor público (no caso, o Instituto Butantã) pela vacina H1N1. No momento, a empresa também está trabalhando para trazer a vacina trivalente, com o H1N1, para atender a demanda do mercado privado, que deve chegar ao Brasil no final de abril”. A empresa disse também que está preparando um dossiê com a atualização das três novas cepas incorporadas à vacina (os novos sorotipos que protegem contra o H1N1) para entregar à Anvisa – seria uma exigência e é um procedimento comum. A Anvisa não confirmou a informação.
Como vai funcionar a vacinação
Gestantes e crianças de 6 meses a 2 anos vão começar a ser vacinadas em 22 de março. A expectativa é imunizar 62 milhões de pessoas e, assim, reduzir o número de casos graves da doença - o ministério vai comprar mais 30 milhões de doses para vacinar esse novo grupo (adultos de 30 a 39 anos). As crianças vão tomar duas meia-doses, com intervalo de 21 dias entre elas (na primeira, o organismo começa a fabricar anticorpos e, na segunda, age como reforço), e as gestantes, uma dose, apenas, em qualquer período da gravidez.
A Sociedade Brasileira de Pediatria, que segue a Academia Americana, recomenda que crianças até 5 anos sejam vacinadas. Os médicos afirmam que as maiores de 6 também deveriam receber a proteção, bem como os adultos e cuidadores. Quem puder pagar pela dose, que estará disponível na rede privada por cerca de R$ 60 cada (é uma estimativa, o valor final não foi definido), deve, sim, vacinar o filho. A única restrição à vacina é para quem tem alergia muito grave a ovo.
A vacinação será dividida em quatro etapas e acontecerá ao mesmo tempo em todo o país (26 Estados e o Distrito Federal). Você pode conferir cada grupo abaixo. O objetivo do Ministério é terminar a vacinação ainda antes do início do inverno no país, quando é registrado o maior número de casos de gripe.
Etapas de vacinação
Primeira etapa, de 8 a 19 de março
Índios e profissionais da área da saúde, como médicos, enfermeiros, recepcionistas e pessoal de limpeza e segurança dos hospitais, motoristas de ambulância, equipes de laboratório e profissionais que atuam na investigação epidemiológica.
Segunda etapa, de 22 de março e 2 de abril
- Grávidas: em qualquer período de gestação serão imunizadas nesta etapa, mas também poderão tomar a vacina em qualquer outro período;
- Crianças de seis meses a dois anos. Elas devem receber meia dose da vacina e, 21 dias depois, a outra meia dose.
Outras pessoas que serão atendidas nesta fase são os doentes crônicos (exceto idosos, que serão chamados em outra etapa) como os portadores de problemas do coração, pulmão, fígado, rins e sangue, diabéticos, asmáticos, e obesos grau 3 (os antigos obesos mórbidos), entre outros. Confira a tabela completa abaixo.
• Obesidade grau 3 - antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos);
• Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);
• Asmáticos (formas graves);
• Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;
• Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);
• Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
• Diabetes mellitus;
• Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
• Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);
• Doença hematológica (hemoglobinopatias);
• Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
• Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
• Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).
Terceira etapa, de 5 a 23 de abril
Adultos de 20 a 29 anos
Quarta etapa, de 24 de abril a 7 de maio
Vai coincidir com a campanha anual de vacinação contra a gripe comum e será apenas para idosos.
Quinta etapa, de 10 a 21 de maio
Adultos de 30 a 39 anos
O Ministério da Saúde criou um sistema para avisar os cidadãos por e-mail sobre a data da vacinação contra gripe suína. Se você quiser receber o aviso, cadastre-se no site da instituição (www.saude.gov.br) a partir do dia 8 de março, quando começa a campanha de imunização. O Ministério da Saúde criou um sistema para avisar os cidadãos por e-mail sobre a data da vacinação contra gripe suína. Se você quiser receber o aviso, cadastre-se no site da instituição (www.saude.gov.br) a partir do dia 8 de março, quando começa a campanha de imunização.
Novas regras para o Oseltamivir (Tamiflu)
A partir deste ano, você poderá comprar o Oseltamivir (Tamiflu) na rede pública de saúde desde que apresente a receita médica - que terá validade de cinco dias e ficará retida na farmácia. O medicamento também será distribuído gratuitamente em postos e hospitais definidos pelas Secretarias Estaduais de Saúde e nas 560 unidades do programa Farmácia Popular.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Abuse do protetor solar!!!
A escala que mede a radiação ultravioleta emitida pelo sol que chega à superfície terrestre vai de 1 a 14. Durante toda esta semana, a previsão feita pelo Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) é que o índice de radiação ultravioleta solar deve atingir o nível máximo (14). Acima do número 8, ele é considerado muito alto, e os especialistas pedem que a população evite sol ao meio-dia e permaneça, se possível, na sombra, além de usar protetor solar (com fator mínimo 15), camisa e boné.
sábado, 10 de outubro de 2009
Armazenar ou não as células do cordão?
Com a proximidade do parto de Marina, minha filhota, iniciei uma pesquisa sobre o armazenamento das células do cordão umbilical, tão em moda nos últimos anos.Tudo começou com uma ida rotineira ao consultório da obstetra, onde encontrei um folheto, na sala de espera, com propaganda do Cord Cell, um banco de armazenamento de São Paulo, que agora tem representação aqui em Recife. A obstetra não demonstrou muita certeza sobre a importância desse armazenamento, deixando muito claro o fato de não saber até onde poderei utilizar.
Em seguida, passei a conversar com todas as pessoas que tiveram filhos nos últimos tempos. Todos os pais, mas todos mesmo, que procuraram orientação adequada optaram por não fazer o armazenamento.
Por último e mais importante, conversei com oncologistas e hematologistas sobre o assunto. A resposta foi única: não fazer nos bancos privados. Se quiser realmente ajudar a ciência, procure um banco público.
Explicando: quando uma mãe resolve congelar as células do cordão umbilical do seu filho, o banco privado faz a coleta e cobra pelo armazenamento. Este valor varia, mas pode chegar a uma bolada de 8000 reais, parcelados em 10 vezes, claro! Tem que ter algum poder de sedução no pagamento, obviamente. Alguns cobram anualmente pelo armazenamento, bem, não quero falar inverdades aqui, não sei os preços exatamente, mas sei que é uma “brincadeirinha” cara. Já o banco público não cobra para armazenar. Por exemplo, o Hospital Albert Einstein tem um banco público bem conceituado que não cobra pra armazenar. Se você precisar, vai pagar para usar as células, já que é um hospital privado. Não sei se eles têm algum convênio com o SUS, para fazer o uso pelo sistema público. Qualquer pessoa pode usar as células de um banco público, não precisa ter sido doador.
Outra questão importante: se o seu filho precisar de uma doação, dificilmente ele usará as células dele mesmo. Sério?? Isso mesmo. A maior parte das doenças, como, por exemplo, a leucemia, pode estar “geneticamente contida” naquela célula tronco do cordão, então, não servirá para ele. Enfim, você paga pra armazenar as células, mas, na hora H, terá que achar, naquele banco, células de outro cordão que sejam geneticamente compatíveis com seu filho. Dessa forma, podemos concluir que o ideal seria a formação de um imenso banco público de células tronco. Todos doariam, sem ônus, e todos poderiam usá-las depois, com maior chance de encontrar um doador compatível. Este banco ainda não existe no Brasil.
Outro problema: as células do cordão ficam armazenadas por cerca de 10 anos. As pesquisas com células tronco são tão incipientes, que não se sabe se terá alguma utilidade, mesmo que seja pro filho de outra pessoa, o armazenamento delas hoje em dia a um custo financeiro tão alto para o casal.
Enfim, como em Recife não existe nenhum banco público em funcionamento, optamos por não armazenar. Confesso que gostaria muito de participar dessa fase de evolução da ciência. Entretanto, já que não posso colaborar doando as células de uma forma correta, vou tentar ajudar repassando às minhas amigas o pouco que aprendi sobre o assunto.
E, antes de terminar, se alguém optou por pagar e armazenar, por favor, não se sinta ofendido/a com este texto. Entendo que, os que fizeram essa escolha, tiveram a melhor das intenções em relação ao futuro do seu filho/a. Isso não aqui não é uma crítica aos pais que aderiram à idéia. É uma crítica aos bancos privados e aos que fazem uma propaganda enganosa sobre o assunto.
Um beijo em todas!!
Em seguida, passei a conversar com todas as pessoas que tiveram filhos nos últimos tempos. Todos os pais, mas todos mesmo, que procuraram orientação adequada optaram por não fazer o armazenamento.
Por último e mais importante, conversei com oncologistas e hematologistas sobre o assunto. A resposta foi única: não fazer nos bancos privados. Se quiser realmente ajudar a ciência, procure um banco público.
Explicando: quando uma mãe resolve congelar as células do cordão umbilical do seu filho, o banco privado faz a coleta e cobra pelo armazenamento. Este valor varia, mas pode chegar a uma bolada de 8000 reais, parcelados em 10 vezes, claro! Tem que ter algum poder de sedução no pagamento, obviamente. Alguns cobram anualmente pelo armazenamento, bem, não quero falar inverdades aqui, não sei os preços exatamente, mas sei que é uma “brincadeirinha” cara. Já o banco público não cobra para armazenar. Por exemplo, o Hospital Albert Einstein tem um banco público bem conceituado que não cobra pra armazenar. Se você precisar, vai pagar para usar as células, já que é um hospital privado. Não sei se eles têm algum convênio com o SUS, para fazer o uso pelo sistema público. Qualquer pessoa pode usar as células de um banco público, não precisa ter sido doador.
Outra questão importante: se o seu filho precisar de uma doação, dificilmente ele usará as células dele mesmo. Sério?? Isso mesmo. A maior parte das doenças, como, por exemplo, a leucemia, pode estar “geneticamente contida” naquela célula tronco do cordão, então, não servirá para ele. Enfim, você paga pra armazenar as células, mas, na hora H, terá que achar, naquele banco, células de outro cordão que sejam geneticamente compatíveis com seu filho. Dessa forma, podemos concluir que o ideal seria a formação de um imenso banco público de células tronco. Todos doariam, sem ônus, e todos poderiam usá-las depois, com maior chance de encontrar um doador compatível. Este banco ainda não existe no Brasil.
Outro problema: as células do cordão ficam armazenadas por cerca de 10 anos. As pesquisas com células tronco são tão incipientes, que não se sabe se terá alguma utilidade, mesmo que seja pro filho de outra pessoa, o armazenamento delas hoje em dia a um custo financeiro tão alto para o casal.
Enfim, como em Recife não existe nenhum banco público em funcionamento, optamos por não armazenar. Confesso que gostaria muito de participar dessa fase de evolução da ciência. Entretanto, já que não posso colaborar doando as células de uma forma correta, vou tentar ajudar repassando às minhas amigas o pouco que aprendi sobre o assunto.
E, antes de terminar, se alguém optou por pagar e armazenar, por favor, não se sinta ofendido/a com este texto. Entendo que, os que fizeram essa escolha, tiveram a melhor das intenções em relação ao futuro do seu filho/a. Isso não aqui não é uma crítica aos pais que aderiram à idéia. É uma crítica aos bancos privados e aos que fazem uma propaganda enganosa sobre o assunto.
Um beijo em todas!!
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Abaixo Assinador (Alergia ao leite)
Blogueiros,
corre na Internet um abaixo assinado para alterar projeto de lei que determina a divulgação em rótulos de produtos industrializados acerca da existência de lactose. A intenção é que seja divulgada a existência de leite e/ou traços de leite, o que é mais abrangente do que apenas a proteína do leite.
Essa diferenciação vem justamente da distinção entre intolerância à lactose e alergia à proteína do leite e visa beneficiar os alérgicos. Na justificativa, é dito que:
"(...) Entretanto, o projeto tem conceitos equivocados, já que inexiste “ALERGIA À LACTOSE". Existe "INTOLERÂNCIA À LACTOSE" e "ALERGIA ÀS PROTEÍNAS DO LEITE DE VACA", problemas que embora sejam frequentemente confundidos são distintos em sua natureza e em suas consequências. A lactose é um carboidrato e, portanto, não causa reações alérgicas. A alergia ao leite de vaca é uma reação às proteínas do leite, não à lactose, e pode ser uma enfermidade grave. Envolve o sistema imunológico. Já a intolerância à lactose, extremamente rara na infância, costuma acometer crianças maiores depois de desmamadas e adultos e embora possa trazer grande desconforto, não envolve risco de morte como os casos de alergia." Enquanto que os intolerantes costumam suportar quantidades variadas de lactose, dependendo do grau de intolerância (e podem consumir proteínas do leite isentas de lactose, como os já existentes no mercado "leites sem lactose"), os, “ALÉRGICOS A LEITE” não podem consumir ABSOLUTAMENTE NADA que contenha proteínas do leite de vaca, ou seja, leite e derivados ou produtos que contenham leite e derivados na sua composição e ainda traços de leite, ou seja, consumir produtos que foram produzidos em equipamentos que processam leite e derivados. (..)"
Como é uma questão de interesse público e que não sabemos se pode vir a nos ajudar um dia, além de não nos custar nada, aos que interessar podem acessar o seguinte link, para assinatura do abaixo-assinado:
http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/4998
Mais informações no site "convivendo com a alergia alimentar" (http://amamentandoumbebe.blogspot.com/)
corre na Internet um abaixo assinado para alterar projeto de lei que determina a divulgação em rótulos de produtos industrializados acerca da existência de lactose. A intenção é que seja divulgada a existência de leite e/ou traços de leite, o que é mais abrangente do que apenas a proteína do leite.
Essa diferenciação vem justamente da distinção entre intolerância à lactose e alergia à proteína do leite e visa beneficiar os alérgicos. Na justificativa, é dito que:
"(...) Entretanto, o projeto tem conceitos equivocados, já que inexiste “ALERGIA À LACTOSE". Existe "INTOLERÂNCIA À LACTOSE" e "ALERGIA ÀS PROTEÍNAS DO LEITE DE VACA", problemas que embora sejam frequentemente confundidos são distintos em sua natureza e em suas consequências. A lactose é um carboidrato e, portanto, não causa reações alérgicas. A alergia ao leite de vaca é uma reação às proteínas do leite, não à lactose, e pode ser uma enfermidade grave. Envolve o sistema imunológico. Já a intolerância à lactose, extremamente rara na infância, costuma acometer crianças maiores depois de desmamadas e adultos e embora possa trazer grande desconforto, não envolve risco de morte como os casos de alergia." Enquanto que os intolerantes costumam suportar quantidades variadas de lactose, dependendo do grau de intolerância (e podem consumir proteínas do leite isentas de lactose, como os já existentes no mercado "leites sem lactose"), os, “ALÉRGICOS A LEITE” não podem consumir ABSOLUTAMENTE NADA que contenha proteínas do leite de vaca, ou seja, leite e derivados ou produtos que contenham leite e derivados na sua composição e ainda traços de leite, ou seja, consumir produtos que foram produzidos em equipamentos que processam leite e derivados. (..)"
Como é uma questão de interesse público e que não sabemos se pode vir a nos ajudar um dia, além de não nos custar nada, aos que interessar podem acessar o seguinte link, para assinatura do abaixo-assinado:
http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/4998
Mais informações no site "convivendo com a alergia alimentar" (http://amamentandoumbebe.blogspot.com/)
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Dormir junto faz mal à saúde
Uma pesquisa feita na Inglaterra comprovou que os casais que dormem juntos tem 50% mais problemas de saúde do que os que dormem separados. Segundo os cientistas, a idéia de dormir abraçadinhos é muita romântica, mas a realidade é que as perturbações causadas pelo companheiro durante o sono (movimentos e roncos , por exemplo) comprometem muito a nossa saúde e bem-estar, acarretando problemas graves a longo prazo. A solução sugerida para aqueles que não abrem mão de dormir juntos é comprar uma cama bem espaçosa e se cobrirem com lençóis e cobertores individuais. Eu não havia tomado conhecimento desses dados científicos até hoje, mas o meu bom senso me levou, desde o meu primeiro ano de casada, a optar por dois lençóis de solteiro ao invés de um de casal, ainda bem!!
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Informações aos alérgicos à proteína do leite
Mais uma dica de utilidade pública, caso algum leitor se inclua entre os alérgicos á proteína do leite (ou que, como eu, tenham filhos que supostamente se incluem em tal rol).
Extraído do site Sem Lactose, onde mais informações podem ser obtidas, através do link: http://www.semlactose.com/index.php/2008/07/11/lista-de-produtos-para-alergicos-as-proteinas-do-leite/
Ingredientes derivados de leite
Esses são os ingredientes que não podem ser consumidos por pessoas com ALV. Esta lista deve fazer parte da sua rotina de compras de alimentos. Verifique sempre se os alimentos que você está comprando possuem alguns desses ingredientes em sua composição.
Lactoalbumina
Lactoglobulina
Fosfato de lactoalbumina
Lactoferrina
Lactulose
Caseína
Caseína Hidrolisada
Caseinato de cálcio
Caseinato de potássio
Caseinato de amônia
Caseinato de magnésio
Caseinato de sódio
Leite (integral, semi-desnatado, desnatado, em pó, condensado, evaporado)
Leitelho
Nata / creme de leite
Soro de leite
Soro de leite deslactosado / desmineralizado
Gordura de leite
coalhada
Proteína de leite hidrolisada
lactose
Ingredientes que podem indicar a presença de leite
Corante / saborizante caramelo
Sabor de açúcar mascavo
Chocolate
Saborizantes naturais ou artificiais
Sabor artificial de manteiga
Nougat
Ingredientes que NÃO contêm leite
Apesar de seus nomes, os ingredientes abaixo listados podem ser consumidos por pessoas com alergia às proteínas do leite.
Lactato de cálcio
Lactato de sódio
Estearoil Lactilato de Sódio
Estearoil Lactilato de Cálcio
Cremor de Tártaro
Manteiga de cacau
Leite de coco
Extraído do site Sem Lactose, onde mais informações podem ser obtidas, através do link: http://www.semlactose.com/index.php/2008/07/11/lista-de-produtos-para-alergicos-as-proteinas-do-leite/
Ingredientes derivados de leite
Esses são os ingredientes que não podem ser consumidos por pessoas com ALV. Esta lista deve fazer parte da sua rotina de compras de alimentos. Verifique sempre se os alimentos que você está comprando possuem alguns desses ingredientes em sua composição.
Lactoalbumina
Lactoglobulina
Fosfato de lactoalbumina
Lactoferrina
Lactulose
Caseína
Caseína Hidrolisada
Caseinato de cálcio
Caseinato de potássio
Caseinato de amônia
Caseinato de magnésio
Caseinato de sódio
Leite (integral, semi-desnatado, desnatado, em pó, condensado, evaporado)
Leitelho
Nata / creme de leite
Soro de leite
Soro de leite deslactosado / desmineralizado
Gordura de leite
coalhada
Proteína de leite hidrolisada
lactose
Ingredientes que podem indicar a presença de leite
Corante / saborizante caramelo
Sabor de açúcar mascavo
Chocolate
Saborizantes naturais ou artificiais
Sabor artificial de manteiga
Nougat
Ingredientes que NÃO contêm leite
Apesar de seus nomes, os ingredientes abaixo listados podem ser consumidos por pessoas com alergia às proteínas do leite.
Lactato de cálcio
Lactato de sódio
Estearoil Lactilato de Sódio
Estearoil Lactilato de Cálcio
Cremor de Tártaro
Manteiga de cacau
Leite de coco
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