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sábado, 7 de julho de 2012

Ainda não havia comentado o ultimo post de Nivea, mas eu o li e adorei, concordei com seu teor "sem tirar nem por". Estava andando pela net (e pelos blogs de moda, naturalmente) quando encontrei este texto que transcrevo abaixo, o qual parece complementar o post de Biba.
Muito mais do que ser "it girl" e vestir-se "na moda" (= igual a milhares de outras), o que importa é ter seu próprio estilo, não fugir de sua personalidade, é virar-se com o que tem e dentro de suas possibilidades e, ainda assim, brilhar.
Extraído so site Estilo C (http://celinoneto.jornaldaparaiba.com.br/list-estilo-c/), esse é o texto a que me refiro:

It de Verdade



"Todos nós sabemos que não é certo copiar na cara de pau publicações de outros sites/blogs, mas me perdoem, não poderia deixar de compartilhar o texto INCRÍVEL escrito por Jana Rosa [ex blogueira e agora apresentadora da MTV] para o blog Petiscos, de Julia Petit [musa absoluta no mundo dos blogs].



Jana, muitas vezes ‘apedrejada’ por não ter papas na língua, escreve sobre o mundo das ‘não it girls’, ou como ela mesmo denominou - ‘normal girls’. Não é preciso ser leitoa assídua de blogs de moda para conhecer o termo ‘it girls’.. Criado para intitular meninas ‘interessantes’, ele perdeu completamente o significado ‘real’ à medida que - originalidade, personalidade e inspiração - perderam o lugar para conta bancária, bolsas grifadas e uniformização.



Bem, leiam o texto de Jana e tirem suas próprias conclusões:



"Num mundo cheio de it girls, existem as “normal girls”. Ainda são raras, mas já podem ser encontradas nas principais capitais, sempre misturadas com outras normal girls, andam em grupos e ainda não viraram tão mainstream a ponto de você reconhecer uma de longe.



São pessoas normais, o que é anormal. Dormem de maquiagem quando estão cansadas e só vão à farmácia para comprar remédio, ou xampu, quando o seu xampu baratinho acaba. Nunca fazem as unhas porque esquecem ou porque estavam sem tempo.



Parece que usam mais metrô do que taxi e que marcam encontros com as amigas em qualquer restaurante barato, onde tentam gastar pouco para ter mais dinheiro para o fim de semana. Também porque estão juntando dinheiro para viajar na virada do ano ou pra sair do aluguel.



Seus celulares são Android e ouviram falar em Instagram, mas não viram uma função pra ele. Quando vão para baladas tiram fotos com suas câmeras digitais e enfrentam filas para entrar, pagam o preço normal, ficam felizes se ganham um drink grátis e não conhecem muito bem as músicas que o DJ toca. Ser DJ para elas é uma profissão muito complexa, que admiram muito e jamais tentariam.

Comem carboidrato a noite e almoçam no Burger King quando querem. H&M para elas é uma loja barata, bem divertida, e nunca ouviram falar em Sephora ou BB Cream. Gostam de ficar bonitas, mas não fazem ideia que o rosa está na moda. Quando entram na Zara e veêm vestidos estampados dão risada com um pouco de vergonha alheia e nunca leram a Vogue Paris.



Só fazem babyliss no salão quando tem um casamento para ir. Mas aí se arrependem porque acham que ficaram com cara de tia avó. Normal girls acham casamento meio cafona, mas adoram quando suas conhecidas casam pra poder ir na festa de graça e ver os amigos do noivo de terno. Nunca pensaram se vão casar um dia, primeiro elas gostariam de arrumar um emprego melhor, com carteira assinada.



Normal girls saem sem corretivo na rua, compram bolsa pela praticidade do que vai caber dentro, sempre usaram tênis porque não machuca o pé, não fazem ideia de quem seja Isabel Marant. Nunca ouviram falar em Freja Beha, mas acham a Gisele bonita, apesar de achar que ela ainda namora o Leo di Caprio.

Elas tem 148 seguidores no twitter e experimentaram batom vermelho uma vez, semana passada pra ser mais precisa.



Acham maxicolares engraçados, mas não sabem que eles chamam maxicolares e nunca pendurariam aquilo, daquele tamanho, no pescoço. Jamais gastariam mais de R$ 20 em um brinco, porque sabem que no próximo fim de semana podem esquecer uma argola dourada na casa de um menino que conheceram numa pista de hip hop.



Os olhos das normal girls brilham quando se fala em it girls, suspiram, pensam na Blake Lively, na fulaninha do momento, aquela que fez um filme que não lembram agora o nome, mas viram em uma revista. O sonho das normal girls é ser uma it girl. Porque as normal girls são sempre únicas, se acostumaram com seus cabelos, compram as roupas pelo seu gosto e nunca percebem o quão legais são, então sonham em ser iguais a todo mundo, mais uma it girl com a pele cintilante saída da forma fake luxuosa.



Mas logo depois que pensam nisso, acabam se distraindo, se preocupam com o futuro, marcam encontros na saída do metrô, estudam para orgulhar seus pais… e então a vida segue para as normal girls, luxo pra elas é voltar pra casa de taxi depois da meia noite."



E pra mim - Ceicinha - It girl ainda é sim um termo forte que pode caracterizar diversas meninas! Porque não adianta bolsa Chanel e sapato Louboutin se não há conteúdo, educação, simplicidade, PERSONALIDADE! Vestir-se bem usando grifes é muito fácil, difícil é se virar com o cartão da Marisa, difícil é não deixar o estilo mesmo pegando 2 ônibus para chegar à universidade, difícil é chegar em casa, depois de um dia duro de trabalho, e ainda ter ânimo pra ajudar os filhos com o dever de casa, difícil é ter que ralar o ano inteiro pra comprar aquele sapato desejo e, ainda assim, preferir aquela sapatilha velha de guerra, afinal com ela dá pra dançar muito mais... Ser 'it girl' vai muito mais além do que um closet recheado.. It girls são meninas de VERDADE que, mesmo não desfilando por ai uma Chanel 2.55, arranca suspiro e desvia olhares, porque estilo e personalidade não estão impressos no logo de nenhuma grife. "

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Esses dias conversava com Guga sobre a vinda de Thassia Naves pra João Pessoa. Acho que todas nós lemos esses blogs, não? Esses e tantos outros, de festas, viagens, decoração. Como todo mundo, me sinto inspirada ao ver que aquele colar há tanto guardado pode compor lindamente uma produção, que copos de geleia que iam pro lixo podem ser vasos, ou porta condimentos e que ideias simples valem ouro numa sala de estar sem graça e que festinhas de crianças podem ser maravilhosas sem que se gaste milhares de reais.

Ocorre que me vi meio chocada, pensando nos valores que a sociedade, de um modo geral, tem dado a essas "embaixadoras da moda" da vida real.

Vida real? Será? Acho que é fácil fazer bonito com um look todo montado no catálogo da Les Lis Blanc, Bobstore, pensado e repensado por stylists renomados, que passam horas a fio matutando sobre moda, "qual informação e textura fica legal com tal colar". Sei que nem todo mundo que anda de Chanel necessariamente é a rainha do estilo, mas vamos combinar que é difícil errar quando você compra um look montado numa vitrine, e agrega a isso uma Birkin e um óculos estiloso.

Difícil mesmo é pegar suas roupas de anos atrás e andar dignamente bonita, ser gente de verdade. 

Parece um pecado não ter um maxi-colar, não usar caveira, não ter calças de couro sintético e receber doações de amigas é sinônimo de fracasso profissional e financeiro.

Idolatremos herois de verdade, como o rapaz de 17 anos que resgatou a menina Brenda de um sequestrador (vide notícia: http://www.meionorte.com/noticias/geral/orfao-jovem-que-salvou-garota-brenda-sonha-em-ser-bombeiro-171486.html).

Para finalizar, frases para reflexão:

"Crie filhos em vez de herdeiros."


"Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."

"Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela."

"Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."

"Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."

"Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"

"Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos."

"Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas...."

"...e quem sabe assim você seja promovido a melhor ( amigo / pai / mãe / filho / filha / namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!"

"Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Compartilhando a (Im)Perfeição Nossa

Perambulando pelo Instagram hoje de manhã, veio a inspiração para esse post. O modo como as redes sociais fazem com que todos nós pareçamos artificiais, não o tempo todo, mas muitas vezes. Artificiais no sentido de que queremos compartilhar sempre algo incomum, interessante, como se todos os nossos dias fossem fantásticos e inesquecíveis. Não há registro algum daqueles dias em que ficamos doentes, em que não fizemos absolutamente nada. Nem vestígios dos dias em que tivemos que limpar o chão, fazer o almoço, varrer a casa, tivemos preguiça em ir trabalhar, estamos com o cabelo terrível ou desarrumados, nada que remeta à nossa rotina entediante, à nossa vida comum e sem graça. Postamos fotos andando em transporte público no exterior, mas temos vergonha de usá- los aqui no Brasil. Ser dona-de-casa, mãe ou pai em tempo integral ou ter um emprego desvalorizado em outro país chega a ser cool, um estilo de vida legal, aqui somos desocupados ou estamos em dificuldade. Somos sempre cultos, bem-humorados, felizes, inteligentes, bem-vestidos, politicamente corretos e criativos. Freqüentamos lugares maravilhosos, viajamos para lugares exóticos, somos "amigos" de tanta gente bacana, antenada e importante.

 Precisamos amar a nossa vida do jeitinho que ela é, com dias bons e dias ruins; admitir nossos defeitos, nossos equívocos, nossas falhas. Podemos nos dar direito a ter acessos de raiva, a sermos injustos, a sermos cruéis e intolerantes em alguns momentos de nossas vidas. Nem de longe somos perfeitos, enganamos e somos enganados, levamos rasteiras nesta vida - somos traídos, perdemos o emprego, não temos dinheiro, não temos tempo de fazer o que gostaríamos. O compartilhar só tem sentido se for amplo, se contiver a nossa essência, o que realmente pensamos e somos, se for feito entre pessoas que realmente se conhecem e tem afeição recíproca.

 E agora só me vem à cabeça o "Poema em Linha Reta", de Fernando Pessoa: 

 "Arre! Estou fato de semideuses!
 Onde é que há gente neste mundo?"

 Vale a pena ler na íntegra aqui:
  www.insite.com.br/art/pessoa/ficcoes/acampos/538.php




quinta-feira, 17 de maio de 2012

O "@" e sua função social

Sinceramente, acho que o simples fato de trocar um "o" por um "@" não faz as mulheres mais iguais aos homens, nem lhes garante mais ou menos direitos. Não sei nem como se lê isso. Por exemplo, um convite que diz "Tod@s @s alun@s estão convocad@s!" deve soar algo do tipo: "todarrobas arrobas alunarrobas estão convocadarrobas". Acho isso meio tosco e meio mesquinho, um formalismo (?) bobo e pueril que não muda nada. Melhor "todos e todas", "senhoras e senhores"...Não existe essa letra "@" que querem colocar nas palavras agora...deixa o "@" para os e-mails. É se apegar a muita picuinha achando que picuinha promove direitos. O que promove direitos é luta, é campanha, é propaganda, é atividade efetiva do Estado...um "@" não vai promover direito de ninguém. Dá-me é raiva ver um monte de "@s" deixando as palavras feias.

sábado, 21 de abril de 2012

Nota de Repúdio

Eu seria um completo hipócrita se negasse que desejo, amiúde, a vigência do Código de Hamurábi hoje em dia, especialmente da norma do "olho por olho e dente por dente". Procuro não mascarar meu pensar e meu sentir com um discurso humanista vazio e aparentemente belo, para evitar em mim a merda da hipocrisia que permeia os mais variados ciclos por aí. Eu estou muito revoltado com a soltura do acusado do assassinato da Defensora Pública Fátima Lopes. É preciso altruísmo por parte dos nossos magistrados antes de descer a caneta e cometer uma barbárie que põe em risco toda a sociedade, além de afrontá-la e ultrajá-la. Talvez seja necessário que os magistrados sintam na pele aquilo que a vítima sente, para que, de modo irremediável, decidam com justiça. Estou desapontado, indignado, revoltado e incrédulo. Mas Deus tudo sabe e tudo vê...É um juiz perfeito, justo e incorruptível, e só Ele é assim. E é Deus a última instância, que fará a justiça lídima, indubitável e inquestionável

terça-feira, 3 de abril de 2012

Santo Sudário

Com a proximidade da Semana Santa, sempre um assunto religioso vem à tona e, neste ano, as atenções se voltam novamente para o Santo Sudário. Este post foi baseado na reportagem da revista Veja desta semana, da qual foram transcritos vários trechos. A celeuma foi reinflamada pelo lançamento de um livro - O Sinal  - escrito por Thomas de Wesselow, historiador de arte, inglês agnóstico e obcecado pelo assunto; trata-se do "resultado do mais complexo e minucioso trabalho de análise sobre o Santo Sudário".

 Depois dos testes de carbono 14  feitos em 1988, concomitantemente, por três universidades conceituadas ( de Arizona, Zurique e Oxford) que comprovaram que as amostras de pano avaliadas datavam do ano 1260 a 1390, o sudário foi visto como uma fraude certificada em laboratório. Contudo, "o Santo Sudário acaba de ser reconduzido à condição beatífica de mistério não desvendado, de relíquia sacramentada pela fé que não pode ser desacreditada pela ciência". 

O contra-argumento que Wesselow apresenta para derrubar a certeza da falsificação pelo exame do carbono 14 é que as amostras de tecido analisadas foram extraídas de uma área do manto remendada na Idade Média pelas freiras clarissas, por meio de uma técnica francesa chamada costura invisível, depois que a igreja onde estava guardado o manto sofreu um incêndio. Esse é apenas um exemplo de muitas das  ponderações que o autor apresenta no livro, baseado em mais de 3000 pesquisas, medições, datações e comparações laboratoriais. 


"O trabalho de Wesselow, apontando para a veracidade do sudário, representa sua resurreição e um fascinante aceno ao Jesus histórico, avidamente procurado ao longo dos séculos, por quem nele crê ou não. "Se o sudário se revelar algum dia definitivamente verdadeiro, para os crentes não deverá fazer tanta diferença", admitiu Gian Maria Zaccone, diretor científico do Museu do Sudário, de Turim. "Entre os não-católicos, poderá resultar em novas conversões". Basta lembrar que muitos dos cientistas agnósticos que se debruçaram no tecido, e tendo descoberto sinais de comprovação do sudário, acabaram por se converter ao cristianismo."

Outro ponto importante do livro ( e que eu particularmente discordo) é que Wesselow aponta o sudário como a verdadeira causa do crescimento da doutrina cristã nos seus primórdios, logo depois da morte e ressurreição de Cristo. Ele diz que o lençol foi a verdadeira força que impulsionou os apóstolos a sacrificarem suas vidas pelo anúncio do Evangelho. Afirma ainda que, na cena relatada pela Bíblia do encontro entre o incrédulo Tomé (que precisava tocar nas chagas para acreditar na ressurreição do Senhor) e Cristo, Tomé não esteve diante do corpo de Jesus ressuscitado, como creem os cristãos, mas diante do sudário de Turim.

A mim, fica evidente que a Wesselow falta apenas um dom especial : a fé. O conhecimento do Espírito Santo, dos dons divinos, a certeza do Cristo ressuscitado, glorioso, que vive entre nós desde sempre.
 A fé que é baseada no convívio diário com esse Cristo, de ouvir sua Palavra, enfim, de experimentar, de uma forma irrefutável e que infelizmente não poderá nunca ser comprovada pela ciência, Sua presença, Sua força e Seu amor.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Sentença

Eu não entendo nada de Direito, mas fiquei indignada com a absolvição que o STJ deu a um homem que estuprou três meninas de 12 anos, respaldado no fato que as meninas já se prostituíam. Assim, manter relações sexuais com um menor de 14 anos passa a ser um crime relativo, em que se julga primeiramente as vítimas em questão?! No meu entendimento, depois do assassinato, o estupro é o crime mais hediondo que existe, no qual a culpa nunca será da vítima. Sei que as vítimas não eram ingênuas e inocentes e tinham consciência a respeito do sexo, mas isso não diminui em nada o delito do agressor.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Comercial da União Européia


Não sei se todos vocês já viram esse vídeo, eu só vi há alguns dias. Foi um comercial veiculado pela União Européia, mas que teve tanta repercussão negativa que foi rapidamente tirado do ar. A imprensa internacional caiu em cima caracterizando o comercial como racista e xenófobo, no mínimo, foi uma idéia bem infeliz. No vídeo, a UE aparece representada por uma mulher branca vestida como Beatrix Kiddo, a protagonista de Kill Bill, que se vê ameaçada por um chinês, um indiano e um brasileiro (que representam as economias emergentes). É ridículo o ar de superioridade da mulher que consegue superar seus oponentes apenas com a força do seu pensamento, transformando-se em doze - número de estrelas na bandeira da União Européia - e dominando-os rapidamente. Inacreditável!!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Ninguém publica mais no blog não, é?

Guets, Dr. Candeia, Biba, Renata, Mariana??? Estão vivos??

sábado, 4 de fevereiro de 2012

XX, XY, XXY, XYX


Sobre o caso Laerte Coutinho: sou a favor de 4 tipos de banheiro - só tenho pena do investimento dos empresários. Sinceramente, nada melhor que cada macaco no seu galho, sempre. Enquanto isso não é implementado, que cada um se alivie no banheiro fisiologicamente correspondente à sua anatomia, para não forçar a barra. Laerte, grande gênio, que me perdoe, mas dou razão à menina de 10 anos. That's all! Medo: O que se vai desenhar nas plaquinhas?

sábado, 28 de janeiro de 2012

...........Atraso


Será que é preciso aprender a ser impontual, pra ver se se estressa menos com os atrasos das pessoas ?! A impontualidade é uma grande grosseria e uma tremenda deselegância, mas é costume e regra aqui, onde se chega até a dizer que chegar atrasado numa festa é chique. Que chique que nada, elegante e fino é não se atrasar e chegar na hora certa. Ser pontual demonstra atenção, cuidado, solicitude, presteza, responsabilidade, preocupação e respeito com a pessoa com quem se marcou um compromisso. Chegar atrasado, pelo contrário, demonstra displicência, negligência, descaso, indiferença, enfim, demonstra que você está cagando baldes e andando quilômetros para o seu compromisso. Particularmente, só tolero atraso por força maior (morte, acidente, caganeira, atraso de terceiros irresponsáveis e outras forças maiores, de verdade) e, mesmo assim, acho que se deve avisar do atraso. AHHH Como atrasar me tira do sério!!!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

To be(lieve) or not to be(lieve)? That is the question!


Algo anda entalado na minha garganta já há algum tempo e vou desentalar agora. É sobre ateus, agnósticos e outros do gênero. Não repugno o grupo, não o incrimino, não lhe sou intolerante, não o discrimino de forma alguma, em que pese eu ser cristão católico. Aliás o fato de ser cristão católico nem deve pesar, afinal o próprio Deus nos dá o livre-arbítrio e nos orienta a não julgar ninguém. Entretanto, quer-me parecer que muitas pessoas, especialmente adolescentes e jovens adultos ─ note-se que a adolescência é fase da vida com tendência natural ao ateísmo, segundo a psicologia (psicólogos, me corrijam se eu estiver errado) ─, optam por declarar-se "ateus" ou "agnósticos" pelo, digamos assim, simples "status intelectual" que se confere a quem assim se declara. Óbvio, existem muitos ateus intelectualíssimos, não estou questionando isso, mas existe muita gente que escolhe o ateísmo para dar um falso up grade no QI. A estes: se vocês não acreditam em Deus, acreditem que não acreditar em Deus não vai fazer ninguém acreditar que vocês são inteligentes. Declarar-se ateu da noite para o dia não confere inteligência automática a ninguém; em verdade, intelecto não é nada automático, é algo que se constrói a cada dia, comendo livros, pesquisando, perscrutando, questionando, estudando muito. Mas há quem se “converta” ao Ateísmo ou se “desconverta” de sua religião sem estudar, questionar, perscrutar e buscar entender alguma coisa, celeremente convencidos por alguma professora de História, quando falava da Idade Média, ou por algum professor de Biologia, quando contrapunha o Criacionismo Cristão ao Evolucionismo de Darwin. Na minha opinião, esses neo-ateuzinhos do Ensino Médio corroboram exatamente a falta de intelecto formado e concreto, a falta de espírito questionador à autoridade do professor e a “influenciabilidade” e ingenuidade do grupo. Aliás, não está nos gibis o número de professores que usam as salas de aula para converter, desconverter ou angariar militantes para o partido a que são filiados. Educação é coisa séria, e não é papel do professor ir de encontro à formação religiosa ou política que o aluno recebe em casa. É passar o conhecimento que devem passar com razoabilidade e pronto. No mais, eduquem os SEUS filhos como queiram. E eu falo sobre tudo isso por experiência própria, não é estudando ou julgando alguém em específico. Na época do Ensino Médio, fiquei extremamente questionador, doido pra dizer que era ateu ou agnóstico (o ateu cagão), especialmente depois que fiz Zarinha (uma ateia intelectual de verdade, mas que também faz aquele uso da sala de aula) e que tive alguns outros professores ateus e agnósticos de História, Biologia ou até de Literatura. Aí fui questionar minha mãe, meu pai e religiosos sobre tudo isso. Pesquisei lá, ali e acolá, e percebi, com o coração e não com um microscópio ou acelerador de partículas, que Deus existe, mas que a fé é absurda, absurda mesmo, e Deus nunca negou o “absurdismo” da fé. Chega a ser tão absurda quanto o ateísmo! Sim, porque se os cristãos não provam em laboratório a existência de Deus, os ateus também não provam Sua inexistência. Mas é a fé um caminho mais doce, mais belo, mais iluminado e mais feliz que as veredas ateias, a meu ver. Não quero com esse texto dizer que ser ateu é crime ou é feio. Quero aqui sugerir que, antes de decidir pelo ateísmo ou por permanecer em algum “teísmo”, porque essa é uma decisão séria, façam um pesquisa imparcial, sem direcionamento prévio a uma resposta que vocês não conhecem. Não vão pesquisar já querendo essa ou aquela resposta. Leiam, estudem, consultem estudiosos de ambos os lado, porque padre e pastor estudam muito, e há muitíssimos intelectuais religiosos, e até orem antes de decidir, afinal geralmente se cresce crendo e se crê até descrer.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Menos Luíza, que está em Souza!


Rapaz...eu ia me esquecendo! Logo euzinho, que sempre comento tudo e esculhambo tudo! Aliás, o BLOG ia esquecendo disso... Bom, basta lhes dizer qual o novo cúmulo! Sabe aqueles cúmulos que a gente conhece? Da dor, da velocidade, do absurdo... Pronto, o novo é o cúmulo da breguice e da cabotinagem...Já sabem? Adivinhem! Fácil: o cúmulo da breguice e da cabotinagem é o cara tá na televisão local, fazendo propaganda de um imóvel e dizer que tá a família toda reunida, menos Luíza, que está no Canadá! VERGONHA ALHEIA DA PREULA! O QUE O BRASIL VAI PENSAR DA MINHA AMADA PARAÍBA?!? Que só tem gente brega! AAAAHHHHHH PUQUEPA! Se Luíza estivesse cursando Direito em Souza: "Menos Luíza, que está em Souza". IMPROVÁVEL!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Diz-me como diriges, e eu te direi quem és...

Eu tenho uma tese sobre os motoristas no trânsito, baseada na minha experiência pessoal de dirigir uma média de 70 km por dia, nos mais variados horários e lugares da cidade. Excluindo apenas os motoristas de ônibus e de táxis, cujo ofício é dirigir, e os motoqueiros, que são imprudentes por natureza, cheguei à conclusão de que é possível conhecer a personalidade dos motoristas pelo modo como dirigem seus carros.

A começar por mim, segue uma sucinta análise : sempre apressada, como se fosse o coelho branco de Alice, cautelosa, mas impaciente com a lerdeza alheia; só estaciona em lugares permitidos, mas nunca dá a vez para os motoristas que não tiveram a paciência de esperar na faixa certa.

Há os motoristas lerdos, que dirigem como se tivessem todo o tempo do mundo, e eles podem até ter, mas não sabem se os outros carros também tem! Por isso, como na vida, no trânsito é preciso seguir o fluxo. Se está tudo lento, tentemos desacelerar, mas se o ritmo está mais intenso, vamos nos esforçar para não ficar para trás.
Há os donos da rua, que se julgam acima dos demais e por isso podem andar nas duas faixas, obstruir uma rua, trancar outros carros no estacionamento, entre outras coisas do tipo. Normalmente os motoristas dessa espécie tem carros muito caros, o que só incrementa a sua síndrome de superioridade, não preciso nem dizer que são pessoas egoístas, que não tem o menor senso de comunidade.

Há os indecisos, que decidem no último instante para que lado vão dobrar, que nunca sabem em qual faixa ficar; há também os despreocupados que dirigem papeando no celular, olhando para as lojas, carros e pessoas na rua.
 Há os motoristas humanitários, que saíram na rua para fazer o bem ao próximo, são gentis ao extremo, dão a vez para todos os carros que quiserem entrar na sua frente, não se incomodam nem quando perdem uma vaga para estacionar. Em contrapartida, há os irritados, que parece que acordaram com o pé esquerdo, estão sempre buzinando, reclamando, balançando suas mãos para fora do carro como forma de indignação.

Há os competitivos, que sempre querem acelerar mais que os outros e que quando conseguem estacionar em uma vaga concorrida, saem do carro se gabando, olhando para os lados com ar de "eu sou demais, o universo conspira a meu favor".
Há os covardes, que querem se impor pelo tamanho dos seus carros ou pela potência dos seus motores. Há ainda os despreparados que não sabem mesmo dirigir bem, não tem reflexos rápidos e atrapalham muito o trânsito.

Mas assim como nossa personalidade é composta de diversas características, podemos nos comportar das mais variadas maneiras no trânsito, a depender do nosso humor, do nosso tempo, dos acontecimentos do dia e até mesmo da nossa saúde. Mas como na vida, é preciso reconhecer seus pontos fracos, tentar corrigi-los, ser paciente ( a paciência tudo alcança!!) e prudente e principalmente respeitar os outros.

                                                                                

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Falta de sensibilidade, sensatez, semancol.


Como minha mãe fala, "se você não consegue abrir a boca para fazer um bem, é melhor que se cale a fazer um mal". Meus votos de melhora ao ex-Presidente Lula, em quem nunca votei e em quem nunca vou votar, mas que está com câncer, uma doença triste, grave, que não desejo a ninguém. E minha crítica aos inexoráveis que, em um momento de dor de uma pessoa, conseguem engendrar pilhérias de péssimo gosto em rede social. Ideologias à parte, minha gente, ideologias à parte! Sejamos cristãos, sejamos humanos, sejamos sensatos...

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Amélia que era mulher de verdade...


Juro que está difícil de entender essa polêmica em relação ao comercial da Hope com Gisele Bundchen.

O que passa na cabeça dessas mulheres ditas "feministas" da Secretaria Política das Mulheres que consideram que a campanha não promove os direitos igualitários entre homens e mulheres?

Na sua criação no século 19, o movimento feminista consistia num amálgama de idéias políticas, filosóficas e sociais que buscava promover os direitos das mulheres e seus interesses dentro de um contexto social.

Naquela época e mais recentemente na primeira metade do século 20, capitaneados pela incrível Simone de Beauvoir (esta inspirada pelos ideais de Sartre) - as mulheres tinham orgulho de ser mulheres e sentiam mais orgulho ainda do seu corpo e da sua sexualidade.

O que acontece agora, em pleno século 21, com essas feministas antiquadas e recalcadas que lutam contra o desejo masculino e pior...contra o próprio desejo de serem desejadas?

Eu sinceramente achei o comercial leve, engraçado, quase cõmico. Resta saber o que vai julgar o Conar*.



* Órgão de auto-regulamentação dos publicitários

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Fetiche de Star

O anúncio da Hope que irritou a Secretaria de Políticas para Mulheres consagra Gisele Bündchen no papel de mulherzinha que vem marcando sua carreira de garota-propaganda.

Lembra dela limpando o chão no comercial da Sky?

Vai ver é o prazer dela, né?

Coisa de loura!

Deixa ela, ué!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Na cidade sem meu carro, é difícil!!


 João Pessoa está participando hoje da jornada mundial "Na cidade sem meu carro", um movimento internacional em defesa do meio ambiente e da qualidade de vida que teve início na França e se espalhou por diversas cidades do mundo. Tem o objetivo de sensibilizar as pessoas para que usem meios de transporte mais sustentáveis (ônibus, bicicleta) ou ainda que, neste dia, os motoristas de carros particulares ofereçam carona e diminuam a quantidade de veículos circulando; tudo isso para proporcionar cidades mais saudáveis, com mais acessibilidade e menos poluição, diminuição dos congestionamentos e ainda menor estresse da população em geral.

 Sem dúvida, é uma iniciativa louvável, mas que na prática é um tanto complicada. Imaginem a confusão de várias avenidas importantes da cidade fechadas para a circulação de carros em pleno dia de trabalho ! Fico pensando que quem bolou esse movimento com certeza não tem filhos para levar à escola ou se tem, mora vizinho ao colégio! De toda forma, farei a minha parte e vou contribuir com o movimento dando carona aos amigos de Pedro na volta da escola e levando-os no fim da tarde para a semana de arte, cultura e ciência. Já é um começo !! 

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Tomando banho de cimento

Diferente do que canta Cally Campelo naquela música velha e irritante, “Tomo um banho de luÁÁ...”, nossos carros, ao trafegarem pelas ruas da província que está a virar cidade grande, “tomam banho de cimentOO...”. Isso mesmo: foi o que aconteceu a mim e ao meu carro ontem, quando eu passava pela Av. Goiás, no outrora calmo e residencial Bairro dos Estados: tomamos um belo banho de cimento, que caiu do alto de um prédio em construção. Ah! Como eu fiquei feliz...feliz mesmo! Feliz porque não foi um tijolo ou uma peça de um andaime ou uma pá! Daí estariam hoje cimentando minha sepultura...

João Pessoa está crescendo, mas está crescendo a torto, a direito, a esquerdo e a diagonal, de maneira atabalhoada, sem quaisquer planejamentos ou fiscalização. É bom ver a cidade se expandindo e crescendo, é bom ver prédios sendo erigidos em bairros como Bancários, Altiplano, Jardim Luna, Bairro dos Estados... A contrução civil está a todo vapor, é visível, mas a coisa está desandando e vai continuar a desandar, devido a três problemas básicos, dois dos quais são atuais, e outro atual e futuro. Vejamos.

O primeiro problema atual é a segurança, organização e limpeza das obras: simplesmente, não há fiscalização! Cansei de passar por ruas da cidade e receber cusparadas de cimento, que, como disse acima, é o que menos importa, já que objetos piores, como tijolos e ferros, podem cair do alto dessas construções, ganhar uma força enorme devido à altura e, tragicamente, matar ou ferir feio algum transeunte, que pode ser uma criança indo ao colégio, uma pessoa atravessando a rua ou mesmo alguém dentro de um carro. Além desse ponto, referente à ausência de telas protetoras, há também a questão da limpeza das obras, muitas delas cheias de ratos, insetos e outras pestes, nada agradáveis à vizinhança.

O segundo problema atual diz respeito às garantias dos direitos trabalhistas, desde o uso de equipamentos de proteção individual à regularização das horas extras e do trabalho noturno. Tem coisas erradas em muitas obras da cidade, e o “Mistério” Público do Trabalho parece que não as vê. É trabalhador sem capacete labutando até altas horas em tudo quanto há de construção; eu mesmo cansei de ser acordado a 1h da manhã com barulho de enchedeiras e outras máquinas, batidas e ruídos diversos.

O terceiro problema, que se projeta no futuro e o que mais me estressa, porque eu ODEIO engarrafamento, concerne ao trânsito, que está, não paulatinamente, mas de maneira avassaladora, cada vez, mais caótico, estressante, insuportável, e essas obras de que falo são os principais agravantes do problema. Vejamos um bairro como o Altiplano: com três prédios construídos e funcionando e mais uns 10 em construção, já tem um movimento grande e um trânsito alarmante, que prejudica a Av. Beira-Rio e lhe prende por, pelo menos, meia horinha...imagine quando tudo estiver funcionando, com moradores e tudo o mais? O mesmo se diga em relação ao Jardim Luna, bairro que se tornou um verdadeiro canteiro de obra. Se estamos achando que o trânsito está ruim, pode ter certeza que a coisa vai piorar e nós vamos chegar em casa ainda mais estressados do que costumeiramente já chegamos. Não bastassem os problemas na casa e no trabalho, ainda temos que enfrentar os engarrafamentos, que fazem de nossas ruas verdadeiras filiais do Inferno.

O que eu posso fazer? Absolutamente nada. Aliás, posso rezar e pedir que Deus dê olhos e braços e mangas às “otoridades”...Ah...e não só posso como devo pagar pela lavagem e pintura do meu carro. Sim, porque cimento não faz muito bem à tinta preta. Nem à branca, nem à vermelha, nem à azul...

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Entre capitães, eu sou mais Capitão Nascimento

Eu sou mais o Capitão Nascimento! Depois de ler o texto de Isabela Boscov, crítica de cinema da VEJA, sobre o filme “Capitão América: O Primeiro Vingador”, eu fiquei, no mínimo, empolgado, contando os dias para assistir ao mais novo filme de um super-herói da Marvel, já que ela só faltou indicá-lo ao Oscar. Mas ela errou: Isabela Boscov ou é doida ou é americana, a despeito do ar russo do seu nome... “Capitão América: O Primeiro Vingador” é, definitivamente, uma decepção para o tamanho do alarde que foi feito...Resume-se a barulhos demais, tiros demais, patriotismo do tipo “I’m american and I AM FODA!” demais e história, conteúdo e emoção de menos. Fomos eu, Carol, meu pai, minha mãe e Janjão, super-empolgados...mas ninguém gostou! Até Janjão, que se supunha iria gostar, mercê de sua idade de 9 anos, em sucintas palavras sintetizou o filme: “Uma bostinha! Né?”. É! É o tipo do filme que só americano deve A-D-O-R-A-R! A gente meio que tem que assitir, porque é da Marvel e só pra não dizer que não assistiu, mas, sinceramente, entre Capitão América e Capitão Nascimento, eu, sem pestanejar, opto por Capitão Nascimento. Só gostei de uma coisa e a queria muito: a maquininha que deixou Steve Rogers bombadão, daí eu não precisaria de Herbalife, nem academia, mas essa é uma ideia idiota, tal qual o filme de que faz parte. E só para frisar: Eu sou mais Capitão Nascimento!

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