sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Guilherme....


Um momento tão mágico,vale a pena ser registrado!
O segundo filho da nossa amiga Gi,aqui está !
Parabéns Mamãe, seu filhote é lindo!
Bjs
Pri

Comidinhas do Navio




No meio da viagem, lembramo-nos (a tchurma da minha mesa) de tirar algumas fotos das delícias servidas nos jantares do navio. Acabaram saindo mais as sobremesas. Mas já dá para perceber o capricho dos pratos, né ? Não eram apenas bonitos: eram realmente saborosos. Comida de ótima qualidade, que, acompanhada de bons vinhos, tornava nossos jantares imperdíveis ! Confiram !!!
P.S.: Pessoal, alguém mais tem fotos dos jantares ??

mas

Faltaram as fotos...











Para comprovar o dito no post anterior, seguem algumas fotos...
Na ordem da postagem: The Crab´s House; Olive Garden; T-Rex e as Turkey Legs

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Ainda sobre a viagem - Parte gastronômica II

Dando continuidade ao relato de Guga sobre nossas experiências gastronômicas na recente viagem, posto algumas fotos da etapa final da viagem, quando eu e Leonardo, juntamente com Geyse e Nelsinho, fizemos um tour pelas sugestões repassadas por Guga.


Começamos pelo famoso restaurante T-Rex, localizado na Disney Downtown. Depois de uma espera de cerca de meia hora (que passou rápido ante a proximidade com a maravilhosa e gigantesca loja da Disney), deparamo-nos com um ambiente sensacional. Na verdade, o restaurante é dividido em vários ambientes, cada qual com um lay-out diferente. Por exemplo, era dos dinossauros, fundo do mar ou era glacial (que foi o que ficamos, bem frioooo mesmo). Servimo-nos de carnes e os pratos estavam muito gostosos e bem servidos. Os meninos ainda tomaram chopes gigantes... só não aguentamos a sobremesa !!!


No dia seguinte, almoçamos no Olive Garden, um italiano que faz parte de uma rede com restaurantes por todos os EUA. Se for a uma cidade dos EUA em que haja um Olive, pode agendar uma visita lá, pois vale a pena. A comida é deliciosa, pratos realmente bem servidos, ambiente clean, bem legal, frequentado também por americanos (não é apenas de turistas). Naturalmente que havia brasileiros por lá - como todos os lugares em que passamos, aliás.


Jantamos no The Crab´s House, que também tem vários endereços por Orlando. O local à primeira vista não agrada muito, mas a comida compensa. Seguindo a dica de nossa guia Guga, pedimos um prato de camarão recheado com carangueijo, acrescido ainda de patas do Crab King, o carangueijo gigante do Alasca. Como dizem por aí, "vaaaaleeee a pena".


No último dia, retornamos para almoçar no The Cheesecake Factory, no Mall at Millenia (sendo que não tenho fotos de lá....). Uma comida igualmente deliciosa, ambiente bem frequentado, sempre cheio. Além de sobremesas (cheesecakes) inigualáveis.


Por fim, tenho que mostrar e comprovar que Leo e Nelsinho finalmente saciaram a vontade de experimentar das tradicionais (para os americanos, claro) turkey legs. Essas coxas de peru gigantescas, que os rapazes traçaram rapidinho em pleno MGM Studios.


Bem, espero que tenham gostado das dicas. No próximo post vou falar ainda sobre as comidinhas do navio. Aguardem !!!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O começo do fim do ano

Vocês já repararam que na metade do mês de outubro, assim que passam as eleições e o dia da criança, todo mundo começa a se preparar para o final do ano? Parece que de repente todos se dão conta desta verdade incipiente, que o ano realmente está acabando. Eu tenho esta sensação (e não é influência apenas das vitrines que já aparecem com decoração natalina). 

Começam os balanços mentais, tudo o que tínhamos planejado para este ano, mas não deu certo, não tivemos tempo, empenho ou dinheiro suficiente... Ou vai para o arquivo dos planos reformulados do próximo ano ou, para o arquivo morto. E começa a correria, porque é época de reservar as matrículas das crianças na escola, de se preocupar com as notas baixas no boletim que tem que ser recuperadas, de pensar nas festividades do final do ano, de saber o que se quer para o novo ano, de concretizar os últimos projetos antes que este ano acabe, ainda dá tempo de fazer muita coisa!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Da lavra de Bráulio Tavares

Os mineiros e os anões

O resgate dos 33 mineiros chilenos nos lembra as individualidades ocultas por trás dos números. Quando ouvimos falar que 33 mineiros estão soterrados não é muito diferente de sabermos que 2.900 pessoas morreram no ataque ao World Trade Center. É um número. Quando ouvimos notícia sobre uma guerra, ficamos sabendo que 20 mil soldados morreram. No outro dia, vem uma correção: não foram 20 mil, foram 21 mil. Que diferença faz, para nós, essa mudança da algarismos? Nenhuma. O “Globo” de hoje (quarta, dia 13) traz uma página inteira sobre os mineiros, fazendo algo que a imprensa aconselha a si mesma há décadas: “personalize a notícia”. Ao invés de estatísticas, conte histórias individuais. No fim da história, quando você fornecer um número, pode ser que algum leitor mais inteligente pegue aquela história e multiplique pelo número: “são 33 casos como este, são 20 mil casos como este”. Mas se começar a discussão pelo aspecto quantitativo, o leitor não vai ter o que multiplicar. Morreram 20 mil ou 200 mil, tanto faz.Dizem que na história tradicional de Branca de Neve os sete anões (que, aliás, também trabalhavam com mineração) eram um grupo indiferenciado. Uma porção de anões sem nome e sem rosto. Foi o talento de Walt Disney e seus redatores que decidiu dar a cada um deles um nome e uma característica: daí que temos Mestre, Zangado, Soneca, Dunga, Feliz, Atchim e Dengoso. Disney sabia que a riqueza de possibilidades e de situações (dramáticas ou cômicas) se multiplica quando temos um grande número de individualidades bem marcadas. Uma situação qualquer envolvendo Zangado e Soneca vai ser desenvolvida, necessariamente, de um modo diferente do que se fosse a mesma cena envolvendo o Mestre e Atchim. Roteiristas de cinema fazem isso há milênios.À medida que os mineiros emergem do túnel vertical, já se tornaram tão individualizados quanto os anões de Branca de Neve. Este aqui é o mais velho, com mais de 60 anos; aquele ali é o mais novo, com 19. A mera percepção desses números faz com que cada um deixe de ser um “número” e ganhe um traçozinho de individualidade. Tem um que tem duas namoradas. Outro que já sobreviveu a três desmoronamentos. Tem um que é o escritor do grupo. Outro que estava em seu primeiro dia de trabalho quando ocorreu o acidente. Tem um que é boliviano; e outro cujo filho estuda Medicina. À medida que surgem, vão se transformando num nome, num pequeno parágrafo de biografia, num rosto sisudo ou sorridente. Nunca saberemos quem são, como pessoas, mas tornam-se personagens visíveis, cada um com suas peculiaridades. É para personalizar números que a imprensa existe, para contar dramas coletivos através de retratos individuais. É mais fácil com sete anões do que com 33 mineiros, e mais fácil com estes do que com 20 mil mortos de uma guerra, mas mesmo com meia dúzia pode-se dar uma pequena amostra do drama individual a ser multiplicado pela frieza das cifras.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O pecado da gula!

Acho que de todo mundo que viajou, sou a que tem menos fotos (como já expliquei no post anterior), mas provavelmente sou a que mais tenho vontade em escrever rsrsrs!! Assim, não terei muitas fotos para ilustrar este post, mas hoje resolvi falar de comidas e restaurantes!

Em Miami, no dia em que fizemos o city tour, almoçamos em um lugar muito bom chamado Versailles, um restaurante cubano muito recomendado por vários guias da cidade. A comida era simples mas bem gostosa, o prato mais pedido entre nós foi o do dia, um filé de peixe com molho de camarões levemente picante com acompanhamento de bananas à milanesa e batatas fritas, delicioso!


               

Nesse mesmo dia, à noite, fomos jantar em um restaurante japonês indicado por Saulinho, o Benihana. Todas as mesas são em volta de grandes chapas de aço, onde a comida é preparada na hora. O legal é que ao nos servir, os cozinheiros fazem praticamente um show performático e só começam depois que todas as cadeiras da mesa estão devidamente ocupadas. Saulo que já foi lá várias vezes diz que já viu até um cozinheiro lançar os ovos para o alto e abri-los no ar!! Saímos todos extremamente satisfeitos, a comida é realmente deliciosa (só não gostei dos molhinhos que acompanham porque todos levam gengibre que eu odeio ), aprovadíssimo, ideal para quem gosta de comer muito e bem!!





Essa sopinha aguada servida como
entrada não agradou muito.


O risoto delicioso já preparado, as cebolas e os pepinos
fatiados.

Nosso chef cortando os peixes, os camarões
e as lagostas.

O prato final, só de olhar já dá água na boca!!


No cruzeiro realmente é uma loucura, comida gostosa e de graça 24 horas por dia!! No café da manhã, tínhamos a opção de comer no buffet (11°andar) ou no restaurante do 3° andar, mais formal. Preferimos o buffet que tinha de tudo: frutas, cereais, iogurte, ovos, bacon, salmão, vários tipos de pães, queijo, presunto, waffles, omeletes, batatas fritas... No almoço, eram as mesmas opções; no buffet, sempre tinha um tipo de peixe, de carne e de frango e no 3° andar, tinha um buffet de saladas maravilhoso e pratos para escolher no cardápio.

Todas as noites, jantamos no salão principal, não comemos nem um dia nos restaurantes especiais (leia-se pagos à parte), o Chops Grille e o Portofino. Das sete noites, duas foram formais (a do comandante e a do chef),e as outras cinco, casuais. De toda forma, o clima nunca era totalmente despojado, mas sempre era agradável, o serviço era impecável, os garçons e seus assistentes nos tratavam como reis (eu e minha idéia fixa de princesa rsrsrs!!). No final do cruzeiro, todo mundo já pedia umas duas entradas, dois ou mais pratos principais e duas sobremesas por jantar!! E assim tivemos noites memoráveis, com boas conversas  regadas com um bom vinho e ótima comida. Não posso deixar de mencionar aqui nosso habitual lanche da tarde, pós-academia, taças de salada de frutas e fatias de pizza de pepperoni! Tinha também os brownies e cookies deliciosos do café na Promenade e o sorvete delicioso no deck da piscina (que depois descobrimos ser um iogurte de baixa caloria e abusamos ainda mais!!).

Em Orlando, poucas vezes fizemos as refeições todos juntos, acho que apenas no Red Lobster e no Outback. Alguns de nós foram à Crab House (para comer aquele caranguejo grande do Alaska), outros foram ao T-Rex (restaurante badalado e um pouco caro em Downtown Disney); pra terminar, um pouco de pizza e hambúrguer para não esquecer onde estávamos...

domingo, 10 de outubro de 2010

E as férias terminaram...

Na ida, no aeroporto de Guarulhos


Na praia, em Miami


No Benihana, um restaurante maravilhoso
No Bayside Marketplace, em Miami; depois dessa foto,
caiu um verdadeiro temporal!!


No salão de jantar luxuoso do navio
A clássica foto com o mar do Caribe ao fundo
















Olá a todos!!! Aqui estou eu reaparecendo depois de tantos dias, já estava morrendo de saudades de escrever, não tive tempo como achei que teria, às vezes também faltou vontade e oportunidade ($$$, no navio o minuto custava 65 cents rsrsrs!!), mas sempre dava uma olhadinha e me inquietava ao ver o post do Karate Kid e me perguntava onde estavam os outros blogueiros?!!!

A viagem foi única, especial, cansativa e prazerosa, uma verdadeira jornada, com algumas agruras e muitas delícias, alegrias, descobertas e desencontros, enfim, tudo o que podia se esperar ao se reunir dezesseis cabeças pensantes direrentes!! No fim das contas, o saldo foi super positivo, compras, passeios, momentos inesquecíveis... para mim só o tempo longe dos meninos é que foi demais, pesou mais do que eu gostaria.

Eu até levei minha máquina fotográfica e minha filmadora, mas confesso que mal saíram da mala, é que tantas pessoas compraram novas câmeras lá e estavam tão empolgadas estreando seus novos equipamentos que eu acabei me acomodando, também não é todo dia que se pode fazer um ensaio no mar caribenho com uma fotógrafa particular munida com uma câmera de última geração rsrsrs!!! Combinamos de reunir todas as fotos tiradas em um único cd que será copiado e entregue a cada um.

Fizemos tantas coisas nesses dias: tour em Miami, show de Shakira (vocês não tem noção do corpo/barriga daquela cidadã e de como ela dança!!!), compras em outlets, em shoppings, no centro de Miami, na Promenade; aproveitamos todas as mordomias e atividades do nosso navio 5 estrelas, tivemos o maior relax em Labadee, o passeio na cascata e a abordagem ostensiva dos vendedores de drogas em Ocho Rios, a tempestade tropical que fez com que o navio mudasse a rota e não parássemos em Grand Cayman e a beleza estonteante de Cozumel; o parque da Universal e do Islands com a parte nova de Harry Potter que por si só já vale o ingresso; o trabalho em arrumar as malas, em conseguir guardar tudo o que foi comprado, a felicidade de voltar para casa, home sweet home!!


O macaco de toalha feito
 pelo camareiro, toda noite
era um bicho diferente!
  
Eu tentando seguir os passos
de Nana na parede de escalada no navio


Crispim no simulador de
surf no navio



Aos poucos, faremos mais posts sobre a viagem, com dicas, resenhas, sugestôes de passeios, de compras e de restaurantes, mostrando mais fotos e lembranças desses longos quinze dias de férias !!!

Descida em Labadee, Haiti.




quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Deus ou Dilma?

Deus ou Dilma?

Estamos na iminência de decidir o futuro de nosso país, já que elegeremos o vindouro Presidente, no dia 31 de outubro de 2010. É deveras importante que reflitamos bastante na hora de votar, pois votos errados podem fazer nosso País enveredar por vias erradas, obscuras e retrógradas.
É bastante visível a preferência que se tem dado, pela maioria dos brasileiros, à candidata Dilma Rousseff, do PT, o que me assusta e me preocupa de maneira realmente intensa. Uma candidata que matou, roubou e seqüestrou à época do Regime Militar Brasileiro, uma candidata que irrompe nas televisões pronunciando a defesa de atrocidades como o aborto não é, absolutamente, a mais apropriada ao Governo deste País.
É muito importante que nós, católicos, com a influência que temos em nosso país, alertemos a população sobre o perigo que está por vir com essas eleições, como bem disse, neste ínterim entre o 1.º e 2.º turno, o Padre José Augusto, da Canção Nova, numa Santa Missa. A Igreja Evangélica já vinha se pronunciando contra os absurdos que o PT, com a candidata Dilma, propõe. Agora é a hora e a vez de nos unirmos, em Cristo Jesus, aos demais irmãos cristãos, para evitarmos grandes desrespeitos à ética e à moral cristãs!
Admitir o aborto, descriminalizando-o? Admitir o casamento homossexual? Dizer que nem Cristo tira a vitória dela? Cercear a liberdade de expressão de revistas e jornais de grande circulação, de blogs e sites? Limitar o tempo dos programas religiosos na televisão à 1h? Não queremos outra ditadura, meus amigos! Por isso, devemos combater esses ideais comunistas falidos há muito, que tanto confrontam com os ideais cristãos.
Será que vamos ficar de braços cruzados? NÃO! O cristianismo tem voz poderosa em nossa Nação, que, apesar de se dizer laica, proclama no preâmbulo da Constituição da República, a Lei das Leis: “...promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL”. Que nós nos inquietemos com esses disparates, como o fez Marta, e fiquemos com a melhor parte, Jesus, como o fez Maria! Ajamos, pois não só as igrejas cristãs estão em risco, mas nossa democracia, nossa liberdade, nossa Constituição, os princípios fundamentais de nosso Estado, nossas vidas e nossos valores! Não permitamos que radicais entrem no poder e destruam a dignidade que nos resta!
Que o Espírito Santo de Deus providencie discernimento aos brasileiros na hora da escolha do Presidente da República e que a vontade de Deus seja feita no Brasil, sempre!

Abraços,
Dudu

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Novo Karate Kid

Ontem fui com Crispim levar Pedro e Clara para assistirem à Karate Kid, a nova versão, agora com Jaden Smith (Dre) e Jackie Chan (Sr. Han) nos papéis principais. Muita coisa diferente do primeiro filme, lançado em 84 e eternizado pela Sessão da Tarde rsrsrs, com Ralph Macchio (Daniel San) e Pat Morita (Sr. Miyagi).
 



 Para começar, o filme deveria se chamar Kung Fu Kid, o garoto e o mestre são mais jovens nessa versão; a mãe de Dre se muda para a China porque foi transferida pela montadora onde trabalha (efeitos da globalização) enquanto a mãe de Daniel se mudou de Nova Jersey para a Califórnia. Tinha algumas mães reclamando na hora do filme do excesso de violência, mas eu não achei exagerada em relação ao filme anterior, acho que o que mudou é que, devido aos avanços de efeitos do cinema, as lutas são melhor reproduzidas, a gente escuta o estalar dos ossos e só falta sentir a dor de quem está apanhando. 

Fora isso, o mesmo enredo: o interesse por uma garota, a turma má (antes era uma gangue, agora um grupo de alunos de uma tradicional escola de kung fu), as diferenças culturais entre orientais e ocidentais e, é claro, a vitória no torneio final. A versão atual é ainda bem mais engraçada, os meninos riram demais, diversão garantida! E pra terminar, deixa a velha lição de que, com amigos e longe da violência, podemos ser mais felizes!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

ENFIM, FÉRIAS !!!



Imagem que fala mais que mil palavras...

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

O grito é a nova palmada !

Nesta semana li um post interessante sobre como os pais substituíram as antigas palmadas, hoje muito mal vistas pela sociedade, por um novo hábito: o de gritar com os filhos. É mesmo verdade que nós fazemos isso! Não batemos mais, não damos beliscões nem "cascudos", mas esbravejamos, queremos nos impor pela voz. Acho que todas as mães, em algum momento, perdem a paciência e o auto-controle e soltam aquele berro. Em uma matéria do The New York Times, a fundadora da organização Positive Parenting Solutions disse que "screaming is the new spanking", algo como gritar é a nova palmada.


Segundo o especialista espanhol em Psicologia Educativa, Guillermo Ballenato, autor do livro "Educar sem Gritar", os gritos surgem da sensação de impotência e perda de autoridade dos pais. Com o passar do tempo, o autoritarismo que era comum na nossa infância cedeu lugar a uma permissividade total (os pais da nossa geração não se sentem à vontade estabelecendo limites). Mas ele nos dá uma certa absolvição quando diz que gritar pontualmente é diferente de adotar um estilo de comunicação agressivo e sistemático. Ou seja, às vezes não dá pra trabalhar em questão de segundos toda nossa irritação, ansiedade ou cansaço e responder os nossos "anjinhos" de forma carinhosa e paciente e não devemos nos culpar tanto por alguns gritinhos ocasionais, faz parte!!

Ele diz ainda que o importante é que os pais e educadores reconheçam o erro, quando abusam dos decibéis, e tentem compreender e refletir sobre as razões que levaram ao seu descontrole. Como tudo, na teoria, parece bem fácil rsrsrs!! Acho que vale ainda a velha tática de contar até dez (algumas vezes, até 100!!), respirar fundo e abstrair a situação.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Balanço do feriadão

A comemoração de um ano de vida de um bebê lindo e gorducho, a visita de uma irmã e de uma sobrinha mais que fofa; o prazer em hospedar amigos super especiais que, mesmo morando longe, fazem parte da nossa vida; sol, muito sol, praia e piscina; um novo apartamento, uma nova vida para meus sobrinhos e minha irmã; o susto de uma amiga com um assalto bem ao lado do shopping, violência que assusta e se aproxima; o aniversário da irmã aventureira; planos de guerrilha, ataque e defesa no paintball; um jantar delicioso demais, reunião de lembranças, risadas e planos de viagem. Despedidas, sono acumulado, marcas de balas de tinta pelo corpo, banzo, preparação psicológica para começar a semana de verdade amanhã...




Novidades do DG Gourmet

Minha gente, confira as novidades do DG Gourmet!


O link da última postagem: http://dggourmet.blogspot.com/2010/09/bolinhos-esplendor.html


Olhem só uma das últimas fotos:




Até mais!!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Três pesos, três medidas.


Poucas vezes a diferença de idade dos meninos me pesou tanto como nesta semana que passou. Às vezes me sinto como se tivesse transtorno dissociativo de identidade, tantas são as personalidades que tenho que apresentar ao longo do dia  para cada um deles, com necessidades e vontades completamente diferentes.

Para João, basta que eu passe o dia sentada no chão brincando, que o pegue no colo e cante todas as músicas que puder, que o deixe ficar no volante do meu carro o tempo todo. Para Clara, basta que eu não esqueça de nenhum compromisso ou horário dela, que esteja por perto para tirar suas dúvidas e responder suas perguntas ( que ela faz a todo instante, em relação a tudo na vida!). Para Pedro, basta que eu libere o computador por tempo indefinido, que eu não cobre suas tarefas nem seus estudos e que eu me convença que na prova de Biologia sobre sistema nervoso não cai neurônios.

 Tenho em mente que preciso fazer uso de suas características específicas de personalidade pra extrair o melhor, estimulá-los, desenvolvê-los, porque de uma coisa tenho certeza: eles nem de longe são iguais. Não reagem da mesma forma às situações, não estão todos no mesmo ritmo. Também sei que eles sempre vão precisar de mim, mas de maneiras distintas à medida que o tempo passa. 

Então, tenho que ser três mães em uma só, não a que eles querem que eu seja, mas a que cada um deles precisa no momento. Uma mãe cheia de imaginação e criatividade para satisfazer toda a curiosidade de um bebê de quase dois anos, uma mãe que adora Justin Bieber e acompanha os episódios de ICarly, Hannah Montana, etc. e outra mãe que não pode mais tratar o filho como criança, que tem que lhe dar espaço e saber lidar com sua TPA - tensão própria da adolescência! Acho que isso é o mais custoso em ter vários filhos, com certeza não é o aspecto financeiro, mas sim esse comprometimento, essa dedicação que tem que haver para cada um deles e para todos igualmente.

Tenho uma grande preocupação nesse sentido, em ser sempre essa tal mãe côncava, munida de recursos que eu li em um livro-cabeça há algum tempo.(Abrindo um parênteses para explicar a linguagem psicológica: mãe côncava - que consegue acalmar a inquietude do filho e lhe devolve um estado diferente, melhorado, daquele que a criança havia lhe proposto. Enquanto a mãe convexa funciona como um paredão,onde a ansiedade é rechaçada e voltará ao filho com maior intensidade. Recursos são habilidades de que dispomos para resolver os conflitos infantis da melhor maneira possível, evitando os sermões e a imposição por meio da violência, seja psicológica ou física).

Não esquecendo depois de toda essa explanação científica que os únicos recursos realmente indispensáveis são o amor e a paciência! E as minhas orações são pra que todo meu esforço resulte, no futuro, em três adultos felizes, que sejam capazes de trabalhar no que quiserem, que sejam capazes de tomar decisões e lidar com as consequências, de respeitar os outros, de amar a Deus, de terem um espírito de generosidade e simplicidade, de fazerem boas amizades e de valorizarem suas famílias.

Finalmente, depois de uma semana puxada, em que as horas foram curtas para tantos afazeres, e as noites foram insuficientes para aplacar o cansaço, vem Clara dizer que seria bom eu não deixar de ir ao pilates e ao ballet, porque senão poderia ficar gordinha!! Percebo, então, que preciso desenvolver uma estratégia urgente de captação e renovação de recursos, porque os meus estão acabando muito depressa rsrsrsrs!!!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

DUAS BOLAS, POR FAVOR - por Danuza Leão

"Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir sorvete de sobremesa,contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido. Uma só.
Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa.
Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um litro de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.

O sorvete é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.
A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade.
A gente sai pra jantar, mas come pouco. Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons. conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').

Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta. Tem vontade de ficar em casa vendo um dvd, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar. E por aí vai.

Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação...
Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...

Às vezes dá vontade de fazer tudo “errado”.
Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos. Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito. Recusar prazeres incompletos e meias porções.

Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar várias bolas de sorvete, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.

Um dia a gente cria juízo. Um dia... Não tem que ser agora.
Por isso, garçom, por favor, me traga: cinco bolas de sorvete de chocolate...
Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago."

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Vale a pena ver de novo.....




Gente, como o tempo passa....estava vendo umas fotos antigas.....Olhem só....