segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Mentes criativas
Neste final de semana, assisti a uma entrevista com Stephenie Meyer, a autora da saga Crepúsculo (Twilight). {Para quem está totalmente por fora: os quatro livros que compõem a saga - Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer - foram best-sellers nos Estados Unidos e estão virando filmes. Na semana passada, foi lançado o segundo filme, Lua Nova, que está batendo recordes de bilheteria pelo mundo. A história é bem fantasiosa, uma história de amor entre uma menina humana (Bella) e um vampiro (Edward), que envolve além de um monte de vampiros, logicamente, um monte de lobisomens. É uma verdadeira febre entre os adolescentes, mas tem muito adulto gostando também.}
Ela contou que a história veio muito nítida em um sonho que teve, daí desenvolveu todo o resto. Mas o que me chamou a atenção é que ela nunca havia escrito nada antes e era uma típica dona-de-casa americana às voltas com os afazeres domésticos e os filhos. Quando ela começou a escrever, seu filho mais novo tinha apenas um ano, o do meio, três, e o maior, cinco anos. Era apenas um passatempo e só foi publicado graças ao incentivo e à insistência da irmã dela.
Será coincidência que os dois maiores sucessos literários juvenis dos últimos tempos (Harry Potter e Crepúsculo) foram escritos por mães ocupadas com seus filhos pequenos?! É a comprovação científica de que as mulheres, depois que são mães, são dotadas de um incremento cerebral que possibilita uma maior concentração e organização de suas tarefas, que implica na otimização do tempo que dispõem. Melhor dizendo, só as mães conseguem fazer tantas coisas e tão bem-feitas ao mesmo tempo. Por isso, não hesite em pegar uma caneta e começar a escrever ao sinal do primeiro lampejo de imaginação que tiver !! Só não pense mais em bruxos nem em vampiros rsrsrsrs!!
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Amenivida
Não, isso você nunca sentiu
Se de amor está perdido
Ainda assim falta um botão na camisa
E sendo tão bem correspondido
Certamente deixou pra trás
Algum caso mal resolvido
Se acertou na profissão
Mesmo assim ficou devendo um favor a um amigo
E se tem confusão
Em algum lugar do planeta
Não se iluda
De alguma maneira você deve estar envolvido
(Martha Medeiros)
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Joyeux anniversaire
No domingo, 22 de novembro, foi aniversário da Nêga Can, tentei várias vezes desejar-lhe os parabéns em vão, soube depois que estava em Itacaré sem celular, incomunicável.
De toda forma, estava em meus pensamentos. Pensei como já fazia vários anos que ela tinha saído de casa para estudar, morar longe, trabalhar. Lembrei da sua determinação, sua força de vontade, a auto-estima nas nuvens, sua coragem e alegria contagiante e pensei que queria desejar-lhe exatamente isso: a Candice de sempre, a mesma de tantos anos atrás, que esta imagem/essência possa te seguir por toda a vida !
Feliz aniversário!! Com amor, Guga
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Segue abaixo a cópia do bilhete que achei ao vasculhar o back-up do meu computador, que te entreguei quando você foi pela primeira vez para a França. Não sei se você lembra...
Nêga,
justamente hoje, um dia antes de você viajar, li a seguinte frase numa revista: "Tem viagem que você volta trazendo mais lembranças na alma do que nas malas". No seu caso, você vai com a alma carregada de lembranças. Lembranças de todo tipo: infantis, felizes, tristes, colegiais, acadêmicas, profissionais, sentimentais, banais, fraternais...
Algumas dessas lembranças são muito espaçosas e deixam a alma com excesso de peso que, como você sabe, custa caro. Então, livre-se de qualquer peso inútil, das tantas mágoas, tristezas e ressentimentos que acaso guarde; deixe tudo em algum canto aqui mesmo. Leve com você apenas as "coisas lindas"(muito mais que findas). Só elas valem a pena, valem a vida.
Todos nós que ficamos sentiremos muito sua falta, cada um por um motivo em especial, mas a saudade será inevitavelmente a mesma, a consciência de uma única ausência em casa, do lugar vazio à mesa e no sofá, da porta do quarto aberta, do telefone desocupado, do Fiesta na garagem, enfim, qualquer indício que revele que você não está.
Mais uma vez te desejo tudo de melhor. A melhor paz, saúde, felicidade, a melhor sorte.
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Enferma na Patagonia
Fiquei pensando qual título colocar para este post, acabei colocando este talvez porque neste momento é a questão que mais se faz presente - enfermidade.
Fui para a temporada de trabalho na Patagônia, muito motivada, entusiasmada e cheia de energia e saúde. Saí da Paraíba mais do que recauchutada, muito sol, praia, amigos e especialmente, família me recarregou as baterias.
Tive dois cursos lá, o primeiro foi super inesperado. Era um hiking, mas chegando lá, as condições metereológicas estavam caóticas, e andamos 80% do curso em neve alta e fofa e pegamos algumas tormentas, obviamente tive suporte dos outros dois instrutores com mais experiencia e competencia naquele tipo de terreno e foi tudo certo, apesar de algumas chateações.
Pro segundo curso Mountain Travel, estava mais animada, gostei mais dos meus co-instrutores, e iria aprender mais que ensinar. Iríamos subir para um glaciar e ensinar técnicas de snow and glaciar travel e resgate aos alunos, mas como estava em uma posição diferente (aide), o que significa que estava aprendendo e que não tinha importantes responsabilidades em termos de gerenciamento de risco e tomadas de decisões, embora trabalhasse como instrutora ensinando os skills que eu já sabia e os quais tinha experiencia (antes do glaciar). Tudo corria bem, tinhamos cruzados vários rios e vales , muito vara-mato e então, na "boca do glaciar" tive que ser evacuada (linguagem utilizada para sair fora do curso).
Tudo começou com uma picada de "aranha" no dia 03 de novembro (hoje fazendo um mes), não dei muita importância a picada, não senti na hora, somente no dia seguinte e parecia um inseto qualquer. Dois dias depois mostrei a uma instrutora, a picada já doía muito ao toque e estava ficando inchada, no dia seguinte já estava diferente e então conversamos com a equipe de instrutores (04) e resolvemos que começaria a tomar antialérgico (Zyrtec) - todos nós instrutores temos curso de Wilderness First Responder - que é como um primeiros socorros avançados em áreas remotas e lidamos com os primeiros atendimentos de doenças e traumas ocorridos na expedições, levamos também um drug kit.
O antialérgico não resolveu nada e a lesão só ficava pior, mais inchada, o roxo tinha se transformado em um anel semi-circular com um buraco preto e mais outras 3 bolhas nele. Entramos com antibiótico, o inchaço tava muito vermelho, muito dolorido, como inflamado, mas não tinha pus. Continuei com 5 dias de Keflex (Cefalexina) e não melhorou. Ligamos para a NOLS (telefone via satelite) , demos o relatorio , eles entraram em contato com o WMI (Wilderness Medicine Institute) em Lander e eles falaram para eu evacuar, pois tudo parecia uma severa infeccao gerada por um veneno de aranha, e com um buraco na lesão eu não poderia ficar ali em hipótese alguma.
No mesmo dia foi feita toda a logística pelo escritório, mas a saída não foi tão rápida assim (claro que, dependendo do caso, poderia ter saido de helicoptero). Estava em uma área muito remota da Patagônia, o glaciar que iríamos subir talvez poucas pessoas (um outro curso NOLS) já esteve lá. Não há civilização, há poucas famílias (pueblos) que vivem perto dos rios maiores, como a família Arratia que vive na margem do Rio Baker, uma região entre o Campo de Gelo Continental Norte e Sul da Patagonia Chilena. Já conhecia os Irmãos Arratia pois passamos uns dias na casa deles com os alunos, no inicio do curso, tendo uma espécie de troca cultural, além de que eles tinham, dias antes, levado toda a nossa comida a cavalo (uns 300kg), até onde os cavalos puderam chegar.
A operação incluia um pequeno hiking de 4km, infelizmente vara-mato total e depois uma viagem de 02 dias a cavalo e mais 01 viagem no Rio Baker de bote, até chegar à Carretera Austral e um carro da NOLS me pegar. Foi o que aconteceu, dia 14 saímos em um grupo de 5 para me levarem a um ponto na junção de dois rios. 2km antes de lá, quando paramos para um lanche, nos surpreendemos com a chegada do Cristian (Arratia). O cara tinha chegado 3 horas mais cedo que o combinado e ainda foi andando sozinho até nos encontrar no meio do mato. Todos ficaram mais felizes por não precisarem varar mais 2km e depois voltar tudo. Segui com o Cristian, ele muito mais rápido que eu, eu indo atrás, com meu piolet enganchando em tudo quanto é galho, levando quedas ridículas, estava muito fraca e também fragilizada, muitos dias de dor, minha perna já doía muito para andar.
Chegamos na bifurcação e encontramos 02 cavalos, um para ele e outro para mim, dividimos o peso da minha mochila entre os cavalos e ele perguntou se eu sabia andar de cavalo. Eu disse: "hace muchos años que no subo en un caballo". E ele falou: "si el caballo bajar la cabeza, tienes que pegar la rienda para arriba".. e eu: "claro!"
Daqui farei uma pausa e passarei adiante... é muita estória para contar, foram muitas emoções que vivi nestes dois dias a cavalo com um poblador da cordilheira. Tinha momentos que eu não estava acreditando no que estava vivendo, algumas vezes achava ruim, queria sair dali logo; outras vezes achava tudo impressionante, mágico, como por exemplo: uma cena quando estávamos troteando na margem de um rio, estava tudo meio calmo, tinha parado de chover, eu com meu cansaço, só observando, sendo levada, de repente, uma raposa atravessa na nossa frente, muito calmamente, uma coisa linda.. só que não mencionei ainda, o Cristian estava acompanhado de 3 cachorros, os cachorros mais inteligentes e fortes que já vi em toda minha vida: Chicote, Revenque y Portenha. Na hora que a raposa olhou para os cachorros e vice-versa, começou a correria no meio da floresta, só se ouviam os latidos por um looongo tempo e Cristian lá, sem dar a mínima importância para os cães.
Bom, depois de um dia mais na casa dos Arratia, uma viagem de bote e mais algumas horas de carro até chegar em Cochrane, uma cidadezinha, muito pequena mesmo, tive meu primeiro atendimento médico, que foi terrível. O médico do pequeno hospital, olhou minha perna e falou que eu tinha que continuar com antibióticos e mais antialérgicos até chegar em Coyhaique para onde iria no dia seguinte (de ônibus). Resultado, começei a me entupir de medicação (uns 2.000mg de antibióticos, 02 doses de antialérgicos e tive que triplicar a dose de corticóides -que tomo para meu problema na supra-renal - por recomendação de meu tratamento. ufa!!
E só piorando...
Cheguei em Coyhaique e se via, notadamente que estava bem pior, começei a inchar (parece que ganhei uns 4 quilos!), começei a andar com muita dificuldade, tive alergia para a outra coxa, glúteos e pés, dores nos joelhos, na coluna, dores de cabeça. Fui então ao médico, um dermatologista, quis saber um monte de coisas, me examinou , perguntou e veio com uma proposta de tratamento. Falou que eu estava com uma infecção (verdade), tecido necrosado (verdade), que meu organismo tinha reagido aos medicamentos e desenvolvido um processo alergico generalizado por causa do corticóide que tomo e que me deixa mais vulnerável (eu acho que é verdade), e que eu tinha que fazer uma pequena cirurgia-raspagem do tecido necrosado para deixar o corpo sangrar e sarar (não quis ter muita certeza disso, fiquei muito assustada), sabia que se fizesse alguma intervenção lá, provavelmente teria que me recuperar lá e não poderia viajar com uma ferida aberta.
Tudo indicava que a questão não era mais a picada de "aranha", a questão se tratava de uma infecção, provavelmente (stafilococus) e que poderia se alastrar rapidinho para outros orgaos. Fiquei mais ou menos desesperada. Um estado muito esquisito, minha mente super perturbada, meu corpo se segurando, e meu emocional "escorregando pelas brechas", porque não iria fazer nada até chegar em Joao Pessoa. E para isto tive que esperar um dia mais e viajar mais um, ao todo foram 06 decolagens em 24 horas. ufa !
Cheguei me arrastando, entrei no carro e só queria dormir, tudo doía, a pereba ainda muito inchada , dor de cabeça.. um monte de coisa ruim.
Agora tenho algumas notícias um pouco mais animadoras, apesar de estar apenas re-começando o tratamento .. meus exames de sangue não indicaram uma infeccção maior e a pereba tá muito melhor, menos inchada, menos vermelha. Pensei em postar as fotos da evolução da picada aqui, mas, como é uma coisa HU (hospital universitário) demais, muita gente não vai gostar, se quiser coloco, a nivel informativo claro. Ah, suspeitamos a aranha marrom, venenosa.
Tava até comemorando um dia sem dor de cabeça, mas ela chegou agora..
:(
Vai entao uma foto minha com Revenque Y Chicote, quando chegamos na casa do Cristian.
beijos
Nana
AOS PAIS … MÃES …E PRINCIPALMENTE… AOS FILHOS !!
Amado filho
O DIA EM QUE ESTE VELHO NÃO FOR MAIS O MESMO,
TENHA PACIÊNCIA E ME COMPREENDAS
Quando derramar comida sobre minha camisa e esquecer como amarrar meus sapatos, tenhas paciência comigo e lembra-te das horas em que passei te ensinando a fazer as mesmas coisas.
Se quando conversares comigo, eu repetir as mesmas histórias, que sabes de sobra como terminam, não me interrompas e me escute. Quando eras pequeno, para que dormisses, tive que te contar milhares de vezes a mesma estória até que fechasses os olhinhos
Quando estivermos reunidos e sem querer fizer minhas necessidades, não fiques com vergonha. Compreendas que não tenho culpa disso, pois já não as posso controlar. Penses, quantas vezes, pacientemente, troquei tuas roupas para que estivesses sempre limpinho e cheiroso.
Não me reproves se eu não quiser tomar banho, sejas paciente comigo.
Lembra-te dos momentos que te persegui e os mil pretextos que inventava pra te convencer a tomar banho.
Quando me vires inútil e ignorante na frente de novas tecnologias que já não poderei entender, te suplico que me dê todo o tempo que seja necessário, e que não me machuques com um sorriso sarcástico.
Lembra-te que fui eu quem te ensinou tantas coisas. Comer, se vestir e como enfrentar a vida tão bem como hoje o fazes. Isso é resultado do meu esforço da minha perseverança.
Se em algum momento, quando conversarmos, eu me esquecer do que estávamos falando, tenhas paciência e me ajude a lembrar. Talvez a única coisa importante pra mim naquele momento seja o fato de ver você perto de mim, me dando atenção, e não o que falávamos.
Se alguma vez eu não quiser comer, saibas insistir com carinho. Assim como fiz contigo.
Também compreendas que com o tempo não terei dentes fortes, e nem agilidade para engolir.
E quando minhas pernas falharem por estar tão cansadas, e eu já não conseguir mais me equilibrar...
Com ternura, dá-me tua mão para me apoiar, como eu o fiz quando tu começastes a caminhar com tuas perninhas tão frágeis.
E se algum dia me ouvires dizer que não quero mais viver, não te aborreças comigo. Algum dia entenderás que isto não tem a ver com teu carinho ou com o quanto te amo.
Compreendas que é difícil ver a vida abandonando aos poucos o meu corpo, e que é duro admitir que já não tenho mais o vigor para correr ao teu lado, ou para tomá-lo em meus braços, como antes.
Sempre quis o melhor para ti e sempre me esforcei para que teu mundo fosse mais confortável, mais belo, mais florido.
E até quando me for, construirei para ti outra rota em outro tempo, mas estarei sempre contigo e zelando por ti.
Não te sintas triste ou impotente por me ver assim. Não me olhes com cara de dó. Dá-me apenas o teu coração, compreenda-me e me apoie como o fiz quando começastes a viver. Isso me dará forças e muita coragem.
Da mesma maneira que te acompanhei no início da tua jornada, te peço que me acompanhes para terminar a minha. Trata-me com amor e paciência, e eu te devolverei sorrisos e gratidão, com o imenso amor que sempre tive por ti.
Teu velho
PS.: Quem imediatamente me veio à mente ao ler esse texto foi Crispa Jones, acho que ele, especialmente, gostará do texto. Aproveito para parabenizá-lo pelos desempenhos espetaculares em Porto Alegre, estávamos ansiosos pelos resultados positivos - e eles não tardaram.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Alegria Extra
Conhecemos os filhos deles, Lui e Ana Gabriela, lindos! Luiz acompanhou tudo de perto, torceu, registrou os melhores momentos, foi o maior pé-quente!! E de quebra, ainda armou um churrasco delicioso pra comemorar a corrida.
É até estranho porque nós não convivemos, mas nos sentimos queridos e presentes como só os amigos conseguem, sabemos as histórias de vida, da família e dos amigos uns dos outros, e a conversa flui com tanta naturalidade, tanta identificação! É coisa que não se explica (e nem precisa), é coisa de "pele", de coração! Esse post é para celebrar mais um encontro, mais uma amizade, verdadeiro presente que Deus nos dá vida afora.


Nas fotos, Luiz e Crispim com a Dado Bier large e o champanhe da corrida; Duia, Ana com sua inseparável Mel e eu; Lui não quis tirar foto!
Duia, inclusive, é a mais nova colaboradora do nosso blog, estou esperando ansiosamente um post sobre o Natal em Gramado!
Bah tri legal tchê!
sábado, 21 de novembro de 2009
Diretamente de Porto Alegre
Mas hoje nada se encaixou para Crispim que teve problemas no carro e não conseguiu confirmar seu bom desempenho e vai largar em décimo lugar no grid, amanhã a corrida será com um carro bem diferente, tudo devidamente trocado e revisado (assim esperamos!).
Porém o acontecimento do dia foi mesmo o incidente de Valdeno. Durante o treino classificatório, o carro dele pegou fogo. Ainda não se sabe exatamente o que causou o incêndio, mas possivelmente foi o vazamento de combustível ao entrar em contato com alguma parte aquecida do carro. Segundo ele, sentiu cheiro de álcool e segundos depois, já havia fogo dentro do carro. Foi desesperador vê-lo saindo do carro em chamas e ainda tentando pegar o extintor para apagar o fogo, enquanto os bombeiros não chegavam. Graças a Deus, ele saiu ileso, sem nenhum ferimento, mas infelizmente não correrá amanhã, pois o carro ficou bem danificado e não havia
Os "assessores" Eduardo e Fabrício com Valdeno e Crispim felizes por não ter acontecido nada de grave com ele.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Maria Vitória



terça-feira, 17 de novembro de 2009
Novela
E de certa forma nos faz pensar em todos os conceitos do certo e errado...
Quando , por exemplo, uma funcionária quebra um copo...Imediatamente elas dizem que foi sem querer...Eu fico chateada mas acontece né? Porém eu penso e ás vezes até falo que é claro que foi sem querer....imagine se fosse de propósito....seria o fim da picada né?
Mas isso foi só para figurar...O fato é que como foi dito nas opiniões,impensavelmente agimos de forma que podemos magoar as pessoas sem ser de propósito...Mas isso n tira a nossa culpa.Indiretamente somos culpadas...
O que devemos realmente, é pensar muito bem nas atitudes e nas consequências que elas podem ter...Agir sempre da maneira mais honesta , tolerante, e sensata é o melhor caminho.
Além de tudo o fato de ser mãe, sabe-se que passamos por cima de tudo para defendermos os filhotes. Só que cada um age de uma forma...uns explodem,outros guardam...
Por isso,respeito a atitude da mãe da Luciana , e sinceramente n sei qual seria minha reação...
E vendo agora a novela, as reações dela de sarcasmo,ironia sei lá.... Nos deixa meio que pensando e julgando...
Olha , senti vontade de comentar e n cabia na caixinha de recados...rsrsrs
Um beijo a todas as noveleiras
Pri
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
O resultado
A Receita
Textualmente: "Passo o dia inteiro chupando a barriga.Desde que eu pari meus filhos, vivo contraindo a barriga para tonificá-la."
Bem, tentar não custa, não é mesmo ? Tudo que vier com a possibilidade de melhorar a situação é válido, ainda mais se for indolor e gratuito !! rsrsrs
Fica a dica, então, para algumas blogueiras que, como eu, procuram de volta uma barriguinha antes existente... E ela há de voltar !!
Recordando......

Nada como recordar esses momentos...
Estava lembrando de uma quase piada...
Sofia devia ter por volta de 1 ano e meio a dois...
Então nessa idade ela falava muitas palavras erradas...e tinha mania de chamar o irmão e os primos de feios..só que a palavra que saia era peia em vez de feia. Na verdade tanto fazia se era menina ou menino.... Ela ficava dizendo peia, peia,peia...
Então um dia depois de chamar o primo guilherme centenas de vezes de peia, e ele repetidamente dizer não to peio,(ele tb ainda n falava muito bem)... Diz seu irmão Vitor: _ "Ela n está te chamando de feio, ela está te chamando de feia, sua mulherzinha!"...Muito furioso ele se volta para Sofia e diz: _" Não to peia , to peio!"
Essas e outras, ficam na nossa memória e se n escrevemos, acabamos por esquecer esses momentos... Nada como as fotografias para podermos lembrar.
Fiz até 3 anos de todos os maiores, o livro do bebê, e de vez enquando pego para recordar....
Hoje tirei o dia para separar umas fotos para revelar, já que com as digitais ando meio com preguiça . São tantas lindas , que tem que ser aos pouquinhos....senão a conta é grande.
Uma ótima segunda feira para todas!
bjs
Pri
Catecismo maternal
1. Renunciarás a uma casa limpa;
2.Possivelmente nunca mais terá uma conversa sem ser interrompida;
3.Aprenderás a fazer compras às pressas;
4. Não cobiçarás a vida social da próxima;
5. Agora deverás honrar tua mãe e teu pai;
6. Não mais terás todas as respostas;
7.Não mais precisarás de um relógio com alarme;
8.Deverás fazer cinco tentativas frustradas até conseguir sair de casa;
9.Perguntarás a ti mesma o que fazias com o teu tempo;
10.Saberás que tudo isso vale a pena.
domingo, 15 de novembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
Odeio...KKKKKKKKKKKKKKK
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Peteca de Banana:
Ingredientes:
7 bananas nanica ou inglesa madura
1 colher de sopa de manteiga temperatura natural
2 xícaras de farinha de trigo com fermento
1 ovo (caipira)
4 xícaras de açúcar
2 colheres de sopa de canela em pó
2 xícaras de óleo
Mel de engenho a gosto
Sorvete de Creme
Modo de Preparo:
1. Descasque e amasse com um garfo as bananas.
2. Junte a farinha de trigo, uma xícara de açúcar, a manteiga e o ovo. Mexa devagar com uma colher de pau, até unir todos os ingredientes na massa. Reserve.
3. Coloque o óleo para esquentarr. Este momento é fundamental, o óleo deve estar bem quente, caso contrário prejudicará o resultado do bolinho. Para saber o momento certo use o truque do palito de fósforo dentro da panela, jogue na panela quando ascender, o óleo está no ponto.
4. Com uma colher grande ou uma concha vá colocando a quantidade da massa no óleo quente para dourar.
5. Vire para que o dourado fique uniforme.
6. Coloque duas xícaras de açúcar num recipiente e misture a canela em pó.
7. Na medida em que os bolinhos estão fritos e bem dourados, retire e coloque sob o papel toalha para absorver a gordura.
8. Envolva-os com a mistura de açúcar e canela.
9. Para servir coloque a peteca de banana num prato ao lado uma bola de sorvete de creme e por cima a calda de mel de engenho.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Adoro!!!
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
FOTOS FELIPE



Papai orgulhoso e beijoqueiro

Comendo o cabelo da mamãe


quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Secador de unhas
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Solidariedade
Nesta quarta-feira (11/11), haverá um chá beneficente cuja renda será revertida para a Comunidade Maná. O chá será na Casa Roccia, às 16 horas, e o ingresso pode ser adquirido comigo por R$35,00, para quem quiser prestigiar ou somente ajudar.
domingo, 8 de novembro de 2009
Brasília - parte II
No sábado, teve o terceiro treino livre, e Crispim fez um excelente segundo tempo, surpreendendo muita gente. Mas no treino classificatório, ele acabou rodando em uma curva e ficou parado com o motor de arranque quebrado e aí, por não ter aberto nenhuma volta, teve que largar da última posição do grid. Hoje, na corrida, ele estava com problemas no freio e não chegou a completar a prova. Apesar de não ter conseguido ainda um resultado concreto, ficamos felizes porque, em tão pouco tempo de adaptação ao carro e sem conhecer as pistas, ele já consegue mostrar que é competitivo.
Valdeno, então, fez valer o nosso dia fazendo uma corrida maravilhosa. Ele havia largado na nona posição e chegou em quinto lugar. Fez várias ultrapassagens difíceis e lindas de se ver! Uma corrida sensata, de olho nos pontos para ficar ainda mais perto do título. Agora ele está em quarto lugar no campeonato, e tudo pode acontecer nas duas corridas restantes. Continuamos firmes na torcida!!!
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Brasília - parte I
No geral, achei o autódromo muito mal estruturado em relação ao de Curitiba, as instalações são meio precárias para um autódromo internacional. Valdeno não teve muita sorte, porque depois de ter ficado em sétimo lugar no primeiro treino, caiu a maior chuva bem na hora do seu segundo treino, e ele ficou no vigésimo oitavo lugar. Mas amanhã vai ser outro dia, ainda tem outro treino livre e o classificatório, mais importante. Estamos logicamente na maior torcida por ele, que está disputando a Super Final da Copa Nextel, ou seja, é um dos dez pilotos que tem chance de ganhar o campeonato.
Dessa vez, apesar do nosso hotel ser bem próximo ao autódromo, resolvemos alugar um carro, já que Saulo e Natashe vieram conosco pra podermos passear um pouco mais e baseados nas informações que os táxis de Brasília estão entre os mais caros do país e que em Brasília, como cidade planejada, é muito fácil de dirigir. De toda forma, incluímos um GPS no aluguel do carro.
Depois que saímos do autódromo, decidimos ir ao Park Shopping (o melhor daqui ) para almoçar e aí começou a comédia. O GPS simplesmente não funciona, quando conseguimos cadastrar algum endereço, a rota nunca é totalmente certa, e o Guia Quatro Rodas dele não está habilitado. Demoramos tanto pra ir e voltar do shopping!! As ruas são muito confusas e tem rotatórias sem fim por todo lado. O jeito foi se basear no nosso precário senso de orientação e na boa vontade dos outros motoristas. No final da tarde, já estávamos com tanta vontade de chegar ao hotel que nem paramos pra tirar fotos nas atrações do Eixo Monumental.
Nunca um GPS foi tão inútil!!